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Wilson Santos vê acordo com o Ministério Publico: “Estamos nos capítulos finais ”

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Da Redação

 

Wilson Santos,  secretário de Estado de Cidades,  acredita que o Governo, o Consórcio VLT e o Ministério Público Estadual e Federal devem entram em consenso antes do juiz Ciro José de Andrade Arapiraca, da 1º Vara Federal em Mato Grosso, tomar uma decisão sobre a retomada das obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).

Os órgãos devem emitir um novo parecer até esta sexta-feira (14) a respeito do último posicionamento do Executivo sobre o acordo com o Consórcio.

“O Ministérios Públicos já se manifestaram uma vez, respondemos a essa manifestação. O juiz determinou que eles se manifestassem pela segunda vez e, após essa resposta, creio que será aberto o diálogo para, quem sabe, uma audiência de conciliação mais a frente”, disse o secretário.

“Não vou colocar prazo. Mas estamos próximos da solução. Estamos nos capítulos finais dessa história”, completou.

Pelo  acordo atual, o Governo vai pagar mais R$ 922 milhões para a conclusão da implantação do modal, com previsão de entrega para maio de 2019. A obra do VLT está parada desde dezembro de 2014.

“Estou muito confiante de que vamos chegar a um entendimento. O governador Pedro Taques determinou que não se dê ordem de serviço sem a homologação judicial. Então, sem autorização judicial, não vamos autorizar o reinicio das obras do VLT”, afirmou.

Segundo Santos, o acordo firmado para retomar as obras do modal garantiu uma economia aos cofres públicos.

Ele disse, que o Executivo irá criar um comitê de acompanhamento das obras para evitar qualquer tipo de erro ou obras lentas.

“Vamos criar um comitê de acompanhamento das obras, com a presença do Ministério Público, dos órgãos de controle, de todos os atores envolvidos. Vamos prestar contas periodicamente à sociedade”, disse.

“É o VLT mais barato do País. Não podemos jogar fora R$ 1 bilhão. Temos que ter serenidade neste momento. Temos todas as condições, nesse ambiente negocial, de corrigir as falhas do passado, construir uma estrutura de segurança jurídica suficiente para termos uma obra de qualidade”, completou.

O acordo foi assinado em março deste ano, após inúmeras reuniões entre o governador Pedro Taques, o secretário de Estado das Cidades, Wilson Santos, o controlador-geral do Estado, Ciro Rodolpho Gonçalves, o procurador-geral do Estado, Rogério Gallo, e suas respectivas equipes, com representantes do Consórcio VLT.

Pelo entendimento, o Estado vai pagar R$ 922 milhões para a conclusão integral da implantação do modal. Desse total, o Estado tem em caixa R$ 322 milhões. O restante depende de empréstimo.

A previsão, era de que as obras fossem retomadas em maio deste ano com prazo de conclusão total de 24 meses.

Contudo, no acordo entre Governo e Consórcio, o cronograma prevê a entrega da primeira etapa em março de 2018, no trecho entre o aeroporto de Várzea Grande até a estação do Porto, em Cuiabá.

Até dezembro de 2018 deverá entrar em funcionado todo o trecho da linha 1, num total de 15 quilômetro, entre o aeroporto e o Terminal do Comando Geral, em Cuiabá.

Já a linha 2, que compreende o trecho de 7,2 km, entre a avenida Tenente Coronel Duarte (Prainha) e o Parque Ohara, no Coxipó, será entregue até maio de 2019.

Para financiar o valor necessário para a conclusão das obras, o Governo obteve sinalização da União de empréstimo de R$ 600 milhões junto à Caixa Econômica Federal, faltando apenas aval da Secretaria do Tesouro Nacional (STN).

 

 

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Juiz Agamenon Alcântara é o entrevistado da 48ª edição do programa “Por dentro da Magistratura”

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Cartaz com o título Na próxima sexta-feira (12), a Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) exibirá a 48ª edição do programa “Por dentro da Magistratura”. Realizada em parceria com a Coordenadoria de Comunicação do Poder Judiciário estadual, a edição traz uma entrevista exclusiva com o secretário-geral do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior, que abordará ações relacionadas à gestão institucional e o panorama da carreira jurídica.

Natural de Cuiabá, onde morou no bairro do Porto, o entrevistado possui uma sólida trajetória na área jurídica. Graduado pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) em 1992, atuou como advogado, técnico judiciário e assessor jurídico antes de ingressar na magistratura em Roraima, onde exerceu a função de 1996 a 1999. Em fevereiro de 1999, após aprovação em concurso público, tomou posse como juiz substituto em Mato Grosso, dando início a uma longa carreira em seu estado natal.

Ao longo de mais de duas décadas de atuação em Mato Grosso, o magistrado acumulou expressiva experiência na área administrativa do Tribunal de Justiça e na Justiça Eleitoral. Titular da Primeira Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, ele alia a prática diária à dedicação acadêmica: é doutorando pela Fadisp, mestre pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, além de especialista em Direito Público, Administrativo, Penal e Processo Penal.

Durante a entrevista, o secretário-geral analisa a transição do papel do juiz na era digital e defende uma atuação proativa, focada no diálogo com a comunidade e na conciliação para evitar a judicialização excessiva. “O juiz precisa interagir e até antecipar à judicialização, […] conseguindo, na sua atuação, fazer acordos ou resolver questões pré-processuais. Eu adoro a questão pré-processual”.

Assista neste link à chamada do programa.

https://www.youtube.com/watch?v=3S98epEohpY

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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