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“História dos grampos é uma patifaria”, diz Taques ao negar participação

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Mato Grosso

 

Da Redação: Pedro Ribeiro

Reportagem Especial

 

O governador de Mato Grosso, Pedro Taques (PSDB), negou, nesta quarta-feira, 12, que tenha ordenado qualquer autorização para fazer escutas ilegais entre autoridades, empresários, médicos e  advogados. Taques participou de uma entrevista pela manhã na rádio Mega FM e disse que nunca mandou grampear ninguém.

Segundo ele, o que houve, foi uma ´patifaria´ em toda essa história, disse o governador parafraseando, a afirmativa do promotor chefe do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), Marcos Bulhões dos Santos.

O promotor tinha afirmado anteriormente que a história era ‘sórdida’. O que houve – afirma o governador – foi comunicado informalmente pelo então secretário de segurança pública do estado, promotor Mauro Zaque, da existência desses grampos. “Mas, como o governador recebe fofocas todos os dias – disse a ele (Zaque) – coloca isso no papel”, afirmou Taques durante a entrevista.

O governador disse que assim que teve ciência – oficialmente da denúncia – encaminhou para o Gaeco para ser investigado. “O promotor Mauro Zaque disse que entregou outro documento para mim…mas encaminhei ao Gaeco”, confirmou o governador.

Apesar de negar qualquer ´trama´ com os grampos, o governador reforçou sua confiança nos coronéis  Evandro Lesco, secretário afastado da Casa Militar e Ronelson Jorge de Barros, secretário-adjunto afastados das Pastas. Os dois foram presos no dia 23 de junho. “O secretário-chefe da Casa Militar está preso, o adjunto está preso, mas eu quero dizer o seguinte… confio nestes dois. Nós sabemos que a prisão não significa absolutamente nada, porque tem a ampla defesa e o contraditório”, disse durante a entrevista.

Taques também defendeu o ex-comandante geral da Polícia Militar, coronel PM Zaqueu Barbosa que está preso desde o dia 23 de Maio, e que segundo ele, é um homem decente. “O comandante da Polícia Militar do nosso Estado à época, coronel Zaqueu, é um homem decente. A sociedade mato-grossense o conhece e eu tenho a absoluta certeza que isso será esclarecido”, afirmou o governador.

Pedro Taques disse confiar nos policiais e que eles tem o direito a ampla defesa e ao contraditório.

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Juiz Agamenon Alcântara é o entrevistado da 48ª edição do programa “Por dentro da Magistratura”

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Cartaz com o título Na próxima sexta-feira (12), a Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) exibirá a 48ª edição do programa “Por dentro da Magistratura”. Realizada em parceria com a Coordenadoria de Comunicação do Poder Judiciário estadual, a edição traz uma entrevista exclusiva com o secretário-geral do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior, que abordará ações relacionadas à gestão institucional e o panorama da carreira jurídica.

Natural de Cuiabá, onde morou no bairro do Porto, o entrevistado possui uma sólida trajetória na área jurídica. Graduado pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) em 1992, atuou como advogado, técnico judiciário e assessor jurídico antes de ingressar na magistratura em Roraima, onde exerceu a função de 1996 a 1999. Em fevereiro de 1999, após aprovação em concurso público, tomou posse como juiz substituto em Mato Grosso, dando início a uma longa carreira em seu estado natal.

Ao longo de mais de duas décadas de atuação em Mato Grosso, o magistrado acumulou expressiva experiência na área administrativa do Tribunal de Justiça e na Justiça Eleitoral. Titular da Primeira Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, ele alia a prática diária à dedicação acadêmica: é doutorando pela Fadisp, mestre pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, além de especialista em Direito Público, Administrativo, Penal e Processo Penal.

Durante a entrevista, o secretário-geral analisa a transição do papel do juiz na era digital e defende uma atuação proativa, focada no diálogo com a comunidade e na conciliação para evitar a judicialização excessiva. “O juiz precisa interagir e até antecipar à judicialização, […] conseguindo, na sua atuação, fazer acordos ou resolver questões pré-processuais. Eu adoro a questão pré-processual”.

Assista neste link à chamada do programa.

https://www.youtube.com/watch?v=3S98epEohpY

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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