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Audiência pública vai discutir retomada das obras da BR-242

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Evento é promovido pela Comissão Permanente Pró-BR-242, composta por representantes de Nova Ubiratã, Sorriso Ipiranga do Norte, Itanhangá, Canarana, Gaúcha do Norte, Querência e Santiago do Norte

Da Redação

 

Uma audiência pública para discutir a continuidade das obras da BR-242 será realizada no próximo dia 28 de julho, às 14 horas, em Nova Ubiratã, às margens da BR-242. O deputado Silvano Amaral (PMDB) confirmou presença. Membros da Comissão Permanente Pró-BR-242 estiveram no gabinete do deputado estadual nesta terça-feira (11) para convidá-lo para participar do debate.

O presidente da comissão, Odir José Nicolloti (Caçula), explica que a economia desses municípios está diretamente relacionada ao agronegócio e que, na região, encontram-se instaladas grandes empresas que fomentam a economia da região, como as multinacionais Archer Daniels Midland (ADM), Bunge, Cargill, Dreyfus, Noble e Glencore, além de empresas regionais como Amaggi, Coacen, Fiagril e Multigran.

A área de influência, segundo a comissão, considerando 200 quilômetros para cada lado da mesma, mostra a importância da pavimentação desta rodovia que propiciará o aproveitamento agrícola em mais de 4.240.095,86 hectares em áreas de pastagem, totalizando estimativa de produção de 26.817.082,45 toneladas de soja e 21.509.647,75 toneladas de milho, conforme dados da Pró-Logística 2013. Neste contexto, também ganha destaque a produção de algodão e pecuária.

“A sociedade organizada, sabedora do gargalo logístico em nosso estado, por termos somente a BR-163 para o escoamento da safra, necessita de medidas urgentes para que a BR-242 seja concluída. Por isso, também é importante a participação do deputado Silvano e outros deputados estaduais, deputados federais e senadores nessa audiência pública. Estamos falando da economia, de uma produção que hoje é o carro-chefe de Mato Grosso”, disse Caçula.

Participarão da audiência, autoridades dos poderes Executivo e Legislativo, empresários e sindicatos rurais dos municípios da região de Nova Ubiratã. Estiveram também no gabinete do deputado Silvano, o prefeito de Nova Ubiratã, Valdemir José dos Santos, os vereadores Maurício Gomes (de Sorriso-MT) e Eder Machado (Nova Ubiratã) e os secretários municipais de Meio Ambiente e Agricultura, Ari Antônio Basso e Paulo Centurião, respectivamente.

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Juiz Agamenon Alcântara é o entrevistado da 48ª edição do programa “Por dentro da Magistratura”

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Cartaz com o título Na próxima sexta-feira (12), a Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) exibirá a 48ª edição do programa “Por dentro da Magistratura”. Realizada em parceria com a Coordenadoria de Comunicação do Poder Judiciário estadual, a edição traz uma entrevista exclusiva com o secretário-geral do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior, que abordará ações relacionadas à gestão institucional e o panorama da carreira jurídica.

Natural de Cuiabá, onde morou no bairro do Porto, o entrevistado possui uma sólida trajetória na área jurídica. Graduado pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) em 1992, atuou como advogado, técnico judiciário e assessor jurídico antes de ingressar na magistratura em Roraima, onde exerceu a função de 1996 a 1999. Em fevereiro de 1999, após aprovação em concurso público, tomou posse como juiz substituto em Mato Grosso, dando início a uma longa carreira em seu estado natal.

Ao longo de mais de duas décadas de atuação em Mato Grosso, o magistrado acumulou expressiva experiência na área administrativa do Tribunal de Justiça e na Justiça Eleitoral. Titular da Primeira Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, ele alia a prática diária à dedicação acadêmica: é doutorando pela Fadisp, mestre pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, além de especialista em Direito Público, Administrativo, Penal e Processo Penal.

Durante a entrevista, o secretário-geral analisa a transição do papel do juiz na era digital e defende uma atuação proativa, focada no diálogo com a comunidade e na conciliação para evitar a judicialização excessiva. “O juiz precisa interagir e até antecipar à judicialização, […] conseguindo, na sua atuação, fazer acordos ou resolver questões pré-processuais. Eu adoro a questão pré-processual”.

Assista neste link à chamada do programa.

https://www.youtube.com/watch?v=3S98epEohpY

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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