Economia
Mercado do Porto mantém atendimento ao público de terça a domingo com horário reduzido
Economia
Da Redação.
O Mercado do Porto mantém o atendimento ao público de terça a domingo, com horário reduzido, respeitando todas as medidas de biossegurança previstas pela Organização Mundial de Saúde, como horário reduzido de funcionamento, controle de acesso de pessoas a fim de evitar aglomeração e a propagação do novo Coronavírus.
Como uma das orientações foi a redução do horário de funcionamento, de terça a sexta-feira, o atendimento ao público é das 05 às 15 horas, aos sábados, aos sábados das 05 às 14 horas e nos domingos o horário de funcionamento é das 05 às 12 horas. Nas segundas-feiras, o Mercado do Porto fica fechado para higienização do ambiente e das barracas.
O local conta atualmente com 149 permissionários. Por ser considerado atividade que realiza serviços essenciais, está em funcionamento desde o início da adoção de medidas restritivas estabelecidas e sancionadas pelo prefeito Emanuel Pinheiro, no mês de março.
Apenas alguns permissionários estão trabalhando, pois além da comercialização de frutas, verduras e outros artigos alimentícios, também abastecem hospitais, mercearias, açougues, e restaurantes.
De acordo com a secretária municipal de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico, Débora Marques, o rigor da fiscalização no local também está mantido. Está sendo realizado o controle desde o acesso na entrada principal, sendo permitida a entrada obrigatoriamente com o uso de máscaras. Não só para os funcionários do Mercado como para os clientes e repositores.
“Todos os permissionários foram orientados a seguir as formas de prevenção, importância da higienização, lavando as mãos com bastante frequência e se possível fazer uso do álcool gel e deixar disponível para os clientes”, destacou.
Além disso, ressaltou Débora, cada permissionário deverá ter na banca álcool gel para uso particular e também disponível para o consumidor. Sem se esquecer da importância do distanciamento mínimo entre as pessoas e evitar a aglomeração. “Sem falar dos três lavatórios populares que foram instalados no Mercado do Porto. Iniciativa do prefeito Emanuel Pinheiro a fim de facilitar o acesso à higienização das mãos, sendo essa uma das mais importantes formas de prevenção ao novo Covid-19”, observou a secretária.
Se por ventura, algum permissionário descumprir com o acordo que foi firmado, ele irá sofrer uma sanção administrativa, recebendo uma multa ou até a perda da exploração do mercado. “Não é isso que o prefeito Emanuel Pinheiro quer. O que nós queremos é esse trabalho em parceria. Juntos iremos vencer esse momento de crise e o Mercado, local histórico da nossa Capital, vai poder continuar oferecendo um serviço eficiente com produtos de qualidade à toda população cuiabana”, concluiu.
Foto: Luiz Alves/Prefeitura CBA.
Economia
Durigan defende que Brasil deve ampliar comércio exterior
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu nesta segunda-feira (17) a estratégia de abertura do comércio de produtos brasileiros para outros países. 

Segundo ele, outros governos e investidores olham para o Brasil com confiança. “Em um mundo de incertezas, temos de construir o Brasil como um porto seguro, temos de projetar segurança e previsibilidade”, disse ao participar de evento na capital paulista.
Para Durigan, essa abertura deve ser baseada em negociações e não de dependência de um parceiro exclusivo, na Ásia ou na América do Norte, por exemplo.
“[O Brasil] vai fazer o debate sabendo de suas fraquezas e fortalezas”, apontou.
A fala do ministro ocorre no momento de tensão entre Brasil e Estados Unidos. Na semana passada, o governo federal anunciou a abertura formal do processo para avaliar se a imposição unilateral de tarifas por parte dos Estados Unidos (EUA) contra exportações brasileiras será respondida com base na Lei da Reciprocidade Econômica.
Aprovada no ano passado, justamente em reação ao primeiro tarifaço do governo de Donald Trump, a Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil.
Medidas fiscais
Durigan também argumentou sobre a adoção de medidas, como bloqueio de orçamento e limite de gastos obrigatórios, para que o país mantenha a estabilidade fiscal.
“Precisamos manter uma trajetória fiscal, sem desestabilizar”, disse.
Sobre a reforma tributária, o ministro reconhece que pode amedrontar, por impor muitas mudanças. Porém, Durigan acredita que 2027 será um importante ano para a transição, e que, ao final, resultará em um sistema melhor, a médio e longo prazo, para o país.
A questão dos juros também foi abordada. Durigan afirmou que não há condições de discutir crédito no país sem “juros civilizados”, por, conforme o ministro, serem a “milha final” dos ajustes de médio prazo necessários para o desenvolvimento do país.
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