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Rondonópolis inicia obras de drenagem e pavimentação esperada há 30 anos nos bairros Parque Universitário, Oásis e Paineiras

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Da Redação.

O prefeito de Rondonópolis Zé Carlos do Pátio anunciou em coletiva de imprensa na manhã desta segunda-feira (29/06) o início das obras de drenagem e pavimentação nos bairros Parque Universitário, Oásis e Paineiras. Os moradores aguardavam há mais de 30 anos pelas obras que terão o investimento de  R$ 24,5 milhões e serão executadas pelo programa “Avançar Cidades”. 

O recurso será para a realização de obras como asfaltamento (CBUQ), drenagem e calçadas com acessibilidade. 

“O Parque Universitário está entre os dois maiores bairros de Rondonópolis, surgiu na década de 70, para nós é com muita felicidade que estamos iniciando essa obra. Com o trabalho da Prefeitura, através da Coder, estamos fazendo a drenagem no Oásis e Paineiras e uma parte do asfalto que já foi feita é uma emenda parlamentar do senador Wellington Fagundes. Quero agradecer o apoio da Câmara Municipal que autorizou e ao senador que tem um trabalho incansável por Rondonópolis,” disse o prefeito. 

O senador federal Wellington Fagundes ressaltou a importância das obras. “Neste momento de pandemia, todos nós temos a preocupação que o foco principal é salvar vidas, mas temos que salvar os empregos, então essas oportunidades dessas obras de um trabalho da prefeitura com seu corpo técnico, a Câmara dos Vereadores aprovando, isso facilitou muito, para que o prefeito conseguisse esse recurso e outros que virão para obras estratégicas. O asfalto e a drenagem melhora muito a qualidade de vida e a saúde”, disse o senador. 

Para a líder comunitária Élida Alves Silva comemorou o fim da espera de décadas pela realização da obra que vai beneficiar os três bairros. 
“Estamos recebendo com muita alegria porque será a realização de um sonho que vai concretizar depois de 30 anos de espera, o sofrimento e a luta de cada líder comunitário, agradecer a Câmara Municipal, ao prefeito Zé Carlos do Pátio e a gestão que olhou por nós,” celebrou a presidente de bairro.

Foto: Kawê Pires/Prefeitura Rondonópolis.

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Durigan defende que Brasil deve ampliar comércio exterior

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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu nesta segunda-feira (17) a estratégia de abertura do comércio de produtos brasileiros para outros países. 

Segundo ele, outros governos e investidores olham para o Brasil com confiança. “Em um mundo de incertezas, temos de construir o Brasil como um porto seguro, temos de projetar segurança e previsibilidade”, disse ao participar de evento na capital paulista.

Para Durigan, essa abertura deve ser baseada em negociações e não de dependência de um parceiro exclusivo, na Ásia ou na América do Norte, por exemplo.

“[O Brasil] vai fazer o debate sabendo de suas fraquezas e fortalezas”, apontou.

A fala do ministro ocorre no momento de tensão entre Brasil e Estados Unidos. Na semana passada, o governo federal anunciou a abertura formal do processo para avaliar se a imposição unilateral de tarifas por parte dos Estados Unidos (EUA) contra exportações brasileiras será respondida com base na Lei da Reciprocidade Econômica

Aprovada no ano passado, justamente em reação ao primeiro tarifaço do governo de Donald Trump, a Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil.

Medidas fiscais

Durigan também argumentou sobre a adoção de medidas, como bloqueio de orçamento e limite de gastos obrigatórios, para que o país mantenha a estabilidade fiscal. 

“Precisamos manter uma trajetória fiscal, sem desestabilizar”, disse.

Sobre a reforma tributária, o ministro reconhece que pode amedrontar, por impor muitas mudanças. Porém, Durigan acredita que 2027 será um importante ano para a transição, e que, ao final, resultará em um sistema melhor, a médio e longo prazo, para o país. 

A questão dos juros também foi abordada. Durigan afirmou que não há condições de discutir crédito no país sem “juros civilizados”, por, conforme o ministro, serem a “milha final” dos ajustes de médio prazo necessários para o desenvolvimento do país.



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