Mato Grosso
GRAVE: SINDICATO RURAL TENTA MACULAR JULGAMENTO CONTRA IDOSO DE 83 ANOS
Mato Grosso
Da Redação
Fonte: Jornal Página do Estado
Em Campo novo dos Parecis, idoso (Feres e Anis Bechara) proprietários de 9.923 Hectares, foram vitimas de um grave fraude perpetrada por grileiros de alto poder aquisitivo (Alceu Elias Feldmam, Ana Feldmam, Carlos Diogo Mota Garcia, Epitacio Ribas de Rosa, Nelson da Silva Barros, Denis Sperafico, Maria Tereza Mezzomo, e outros), as quais estão dispostos a tudo, para obtenção ilícita de grilagem das terras de Bechara.
O caso foi levado a conhecimento publico por uma nota divulgada pelo TVCA(Globo) ontem durante a noite, onde o sindicato rural deu dura manifestação tendenciosa invertendo a realidade dos fatos que esta redação investigou a favor de manter nas terras os verdadeiros grileiros.
Entenda o caso.
O idoso Feres Bechara hoje representado por seu filho Anis, adquiriram do Estado de Mato Grosso, o título original do antigo DTC(Departamento de Terra e Colonização) hoje Intermat, na somatória de terras fracionadas no total de 9.923 hectares Passado algum tempo Anis Bechara foi informado que as terras de sua família haviam sido invadidas e vendidas a terceiros sem conhecimentos dos mesmos.
As vitimas da Fraude, Família Bechara, aprofundaram o ocorrido descobrindo que escrituras foram plotadas por grileiros sendo elas até mesmo deslocadas há mais de 100 km de distancia do imóvel. Não obstante o deslocamento de escrituras foi feita uma procuração Falsa de um cartório da Comarca de Culturama/MS, cartório este que foi até fechado posteriormente, local onde lavraram a procuração falsa e sem registro, tendo os grileiros posteriormente vendido os documentos que foram postados em cima das terras de Bechara o idoso.
A procuração falsa foi usada para transferir imóvel da família Bechara para Denis Sperafico e José Agostinho.

Certidão de que a procuração não tem registro
Além disto, um fato berrante ocorreu pois o pai de Anis Bechara, Ferez Brechara, faleceu em 04/06/1988, e a procuração falsa foi expedida em seu nome e outorgada em data de 05/11/1999, ou seja, mais de 10(dez) anos após a morte do mesmo, sendo impossível um morto levantar do caixão 10 (dez) anos após seu falecimento e outorgar procuração a terceiros, a não ser que o mesmo tenha poderes sobrenatural de ressurreição para assinar procuração em favor dos falsários e grileiros.
Além disto, a referida procuração do suposto outorgante Ferez Bechara foi lavrada tão esdruxulamente e grosseira que foi feita, por cartório que não existia, sendo inventado apenas para o golpe.
Assim no ano de 2000, ou seja, 17(dezessete) anos atrás, foi proposta ação na Comarca de Campo Novo dos Parecis pela família Bechara no objetivo de anular os fraudes cumulada com pedido de restituição e reintegração de posse dos imóveis contra os falsários.

JOGO SUJO
Após as fraudes serem anuladas, e transitado em julgado o processo a Justiça de Mato Grosso determinou o cumprimento da sentença, para anular as procurações, escrituras e títulos e determinando reintegração da Família Bechara na posse das Terras.
Todavia os grileiros de posse das terras e detentores de alto poder aquisitivo trataram de contratar uma das maiores bancas de advogados do Pais contratando o famoso advogado Sérgio Bermudes que é conhecido em Mato Grosso por denunciar desembargadores e Juízes ao CNJ e que ao entrar no Processo fez com que em menos de 30 (trinta) dias duas Magistradas se dessem por suspeitas, as petições inclusive vinham assinadas por filhas de Ministros do STF ao invés do direito usa-se a pressão, como fizeram com nota tendenciosa.
Com essa manobra pesada os grileiros conseguiram de novo permanecer na área e emperrar o julgamento no Tribunal de Justiça interpondo vários recursos e aventuras jurídicas, tais como embargos de terceiros, ação de usucapião, mandado de segurança, ação rescisória, desvirtuando a verdade e fazendo estes agora de vítimas, pessoas de boa-fé.
Todavia em primeira instância e segunda instância isso foi entendido como sucessão de fraude e não boa-fé, bem como não cabe usucapião pois os bens estavam em litígio, e com as averbações registradas na matricula do imóvel há cerca de 17 (dezessete) anos.
DA PRISÃO
O Tabelião que subscreveu falsa procuração foi condenado a 11 anos de reclusão pela primeira Vara de Fátima do Sul-MS, com fulcro nos art.297, 299, 305, e 314, todos do código penal Brasileiro, bem como certidão de fls.162 que atesta que aquele não mais exercia o múnus publico quando teria lavrado a procuração morto (ressuscitado).

DESEMBARGADOR RUBENS DE OLIVEIRA
O Des. Rubens de Oliveira em uma de suas decisões indeferiu o pedido dos grileiros na lide como assistentes em fase de cumprimento de sentença, já que o processo transitou em julgado, e resta apenas a reintegração de posse do imóvel rural, e agora deve julgar o processo nesta Quarta Feira 05/07/2017. Sem chances ou com poucas chances de êxito diante de tanta fraude perpetrada os verdadeiros grileiros usaram o Sindicato Rural de Campo Novo dos Parecis/MT para emitir em horário nobre nota na poderosa rede de televisão Globo, transformando as vítimas Família Bechara em grileiros invertendo os fatos sem antes citar a falcatrua orquestrada por traz de tudo isso contra o idoso que tenta a 17 (dezessete) anos reaver suas terras.
Além disto, o entrave agora causado é muito benéfico novamente aos grileiros que apostam no tempo pois o idoso não tem herdeiro e com 82 anos pode falecer a qualquer momento o que ajudará no grilo quando da abertura do inventário que provavelmente deixará na posse das terras por mais um longo período.
O Desembargador Rubens de Oliveira, já proferiu algumas decisões contra a vontade dos grileiros e tem como missão fazer justiça no julgamento que esta previsto para Quarta Feira 05/07/2017.
Para forçar em vão o Desembargador Rubens que agiu corretamente dentro desse lamaçal sujo a mudar sua posição os Grileiros travestidos de vítimas utilizaram o Sindicato Rural de Campo Novo dos Parecis/MT emitindo nota na TV Globo em horário nobre de domingo, invertendo a realidade dos fatos, ou no mínimo omitindo toda essa falcatrua sob pretexto que acredita na justiça e que é contra a grilagem de terras.
O Magistrado Sebastião Moraes já foi vítima dessa mesma turma de Bermudes que defende os grileiros contra Bechara (vitima) que o denunciou indevidamente ao CNJ causando-lhes transtornos de diversas ordens em quanto que o Des. foi considerado inocente perante ao CNJ.
Com o Des. Rubens que está apenas cumprindo sua missão como Magistrado e pondo fim a lide será que a nota emitida na TV Globo em horário comercial de alta valorização, para vincular a matéria, tenta por influencia dos Grileiros, milionários produtores, latifundiários, utilizando-se do Sindicato Rural de Campo Novo dos Parecis/MT, para macular uma decisão que pode vir justamente contra os verdadeiros grileiros e falsificadores, os quais apresentam-se perante a sociedade como vítimas.
Se não bastassem tudo isso, agora os grileiros ao que tudo indica tentam macular o título original da vítima e ainda tentam fabricar documentos que supostamente comprovariam que a vitima não é vítima, mas sim vilão e autora de fraude documental e grileiro.

Documentos
- Certidão do cartório que não existe procuração;
- Certidão de óbito do morto 04/06/1988;
- Sentença Juiz de Piso;
- Acordão de apelação
Fonte:jornal Página do Estado



Mato Grosso
Gaúcha do Norte implanta Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica contra a Mulher
Localizada a cerca de 571 km de Cuiabá, Gaúcha do Norte passa a contar com a atuação da Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. Com a formalização ocorrida na sexta-feira (31), o município se tornou o 129º do estado a ser integrado à iniciativa liderada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).
A ação foi feita por meio da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher-MT), sob coordenação da desembargadora Vandymara Galvão Ramos Paiva Zanolo. A Rede conta ainda com a participação de instituições da segurança pública, Ministério Público, Defensoria Pública, Municípios, dentre outras.
Além da assinatura do Termo de Cooperação Técnica entre os órgãos e instituições participantes, a passagem da equipe do Cemulher-MT por Gaúcha do Norte proporcionou ainda a capacitação de 32 pessoas que atuarão na Rede. A implantação da Rede de Enfrentamento foi efetivada após pedido da Patrulha Maria da Penha do município.
“Percebemos a dificuldade que temos ao atender sozinhos os casos de violência doméstica. Precisamos da Rede para oferecer uma proteção e suporte maior. Com essa união, podemos agir em conformidade nesse propósito, que é proteger a vida da mulher”, explicou a soldado PM Gisele Bernardo Pinto Matos, comandante da Patrulha Maria da Penha de Gaúcha do Norte.
Para Tiago Gonçalves dos Santos, juiz substituto da 1ª Vara de Paranatinga – comarca que realizada o atendimento jurisdicional de Gaúcha do Norte, a instalação da Rede de Enfrentamento é um marco importante. “Mais uma vez o Poder Judiciário vai até a comunidade, desta vez em parceria, com o objetivo de melhorar nossa sociedade, principalmente para as mulheres e meninas que tanto sofrem em nosso estado”, disse.
De acordo com a promotora de Justiça Fernanda Luíza M. Siscar, a partir da assinatura do Termo de Cooperação Técnica ficará mais fácil para os órgãos e instituições definirem os fluxos de atendimento, prioridades e ações para o município. Ela destacou que também está no planejamento a criação de um plano de metas, que guiará as estratégias de atuação para os próximos dez anos.
“A partir da implementação da Rede é que nós conseguimos avançar nas demais normativas, documentos públicos, nos planos e nas iniciativas estratégicas. Com a Rede, conseguimos devolver à população um serviço de melhor qualidade. Junto a isso, estamos buscando também a criação do plano decenal de metas para o município”, relatou a promotora.
Já o delegado da Polícia Civil de Mato Grosso, Gabriel Conrado, a implantação da Rede é fundamental para a integração de todos os órgãos públicos. “Temos um número muito alto de casos de violência doméstica nessa região. Então, essa integração é importante para a repressão desses crimes e proteção das mulheres”, pontuou.
Canais de denúncia:
180 – Todo território nacional
181 – Estado de Mato Grosso
197 – Polícia Civil
190 – Polícia Militar
Autor: Bruno Vicente
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
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