Mato Grosso

DNIT recupera rodovia federal responsável por escoar grãos em Mato Grosso

Publicado em

Mato Grosso

Da Redação

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) segue com serviços de manutenção nas rodovias federais de Mato Grosso. Para garantir a segurança dos usuários, a Autarquia atua na recuperação da BR-364/MT, no trecho entre os quilômetros 145 e 198, no município de Pedra Preta, na região Sul do Estado.

Por meio de um contrato de manutenção rodoviária, o DNIT tem realizado serviços de fresagem, recomposição e reforço do pavimento, com a aplicação do Concreto Betuminoso Usinado à Quente (CBUQ) nos trechos prioritários.

A rodovia é uma das principais rotas utilizadas nesta época do ano para o escoamento da produção agrícola de Mato Grosso em direção ao Porto de Santos, em São Paulo, de onde são exportadas para o exterior.

Contratos – A Autarquia atua estrategicamente para garantir a manutenção das rodovias federais em Mato Grosso. Hoje existem 39 contratos de manutenção e restauração que atendem 4.523 km de rodovias federais do estado.

Aos condutores que precisam viajar durante a pandemia do novo coronavírus (COVID-19), além dos cuidados com a higiene e o uso da máscara, os condutores devem sempre revisar o veículo, usar cinto de segurança, transportar crianças apenas no banco de trás, não fazer uso de bebida alcoólica, ter cuidado nas ultrapassagens, manter os faróis ligados (mesmo durante o dia) e planejar com cuidado a sua viagem.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Mato Grosso

TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

Publicados

em


O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA