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Drenagem marca início de asfaltamento no Setor Industrial Norte de Sinop

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Da Redação.

Moradores do Setor Industrial Norte estão acompanhando de perto o andamento da obra de asfalto no bairro. Trabalhadores e maquinários deram início à abertura das valas para colocação de tubulações por onde ocorrerá a drenagem das águas pluviais. Ao todo, serão executados mais de 28,1 mil metros quadrados. Pouco mais de 6% desse percentual já foi executado.

O projeto está em um lote junto com outras três obras realizadas com recursos de um financiamento contraído pelo município junto à Caixa Econômica Federal (CEF), ainda em 2019, através do Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (Finisa).

Além da drenagem também será realizada a pavimentação asfáltica, sinalização viária e passeio público com acessibilidade, concluindo o sonho de moradores que há anos aguardam por essa obra que vai acabar com o problema da poeira e lama.

ASFALTO NOVO
A prefeita fez um balanço sobre o avanço das obras de infraestrutura e asfalto em Sinop que são executadas pela gestão com recursos da Sudeco, Ministério das Cidades, Secretaria de Estado das Cidades (SECID), além de dois projetos em âmbito Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (Finisa).

“São anos de expectativa, de espera, e todo mundo quer esse asfalto. Nós trabalhamos, fizemos os projetos, buscamos recursos, licitamos. Os recursos estão garantidos, as empresas licitadas e estamos cobrando a execução o mais rápido possível, aproveitando o período de seca. Os serviços estão ocorrendo pela cidade e são várias frentes”, destacou.

Rosana Martinelli reforçou ainda, que serão investidos R$ 8 milhões em recapagem. “São asfaltos muito antigos e estamos recuperando avenidas e transversais. Atendemos pedidos da população e dos vereadores, priorizamos o asfalto e depois o fechamento das valas”.

 

Foto: Mauricio Vitorino/ Prefeitura de Sinop

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Durigan defende que Brasil deve ampliar comércio exterior

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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu nesta segunda-feira (17) a estratégia de abertura do comércio de produtos brasileiros para outros países. 

Segundo ele, outros governos e investidores olham para o Brasil com confiança. “Em um mundo de incertezas, temos de construir o Brasil como um porto seguro, temos de projetar segurança e previsibilidade”, disse ao participar de evento na capital paulista.

Para Durigan, essa abertura deve ser baseada em negociações e não de dependência de um parceiro exclusivo, na Ásia ou na América do Norte, por exemplo.

“[O Brasil] vai fazer o debate sabendo de suas fraquezas e fortalezas”, apontou.

A fala do ministro ocorre no momento de tensão entre Brasil e Estados Unidos. Na semana passada, o governo federal anunciou a abertura formal do processo para avaliar se a imposição unilateral de tarifas por parte dos Estados Unidos (EUA) contra exportações brasileiras será respondida com base na Lei da Reciprocidade Econômica

Aprovada no ano passado, justamente em reação ao primeiro tarifaço do governo de Donald Trump, a Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil.

Medidas fiscais

Durigan também argumentou sobre a adoção de medidas, como bloqueio de orçamento e limite de gastos obrigatórios, para que o país mantenha a estabilidade fiscal. 

“Precisamos manter uma trajetória fiscal, sem desestabilizar”, disse.

Sobre a reforma tributária, o ministro reconhece que pode amedrontar, por impor muitas mudanças. Porém, Durigan acredita que 2027 será um importante ano para a transição, e que, ao final, resultará em um sistema melhor, a médio e longo prazo, para o país. 

A questão dos juros também foi abordada. Durigan afirmou que não há condições de discutir crédito no país sem “juros civilizados”, por, conforme o ministro, serem a “milha final” dos ajustes de médio prazo necessários para o desenvolvimento do país.



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