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Cuiabá reforça limpeza noturna trabalhadores em ruas, avenidas e praças

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), mantém equipes de limpeza urbana atuando também durante o período noturno para ampliar a cobertura dos serviços e garantir maior agilidade na manutenção dos espaços públicos da Capital.

Atualmente, 78 colaboradores integram as equipes que trabalham à noite, entre motoristas, agentes de conservação e agentes de limpeza. Os profissionais são distribuídos em diferentes frentes de trabalho, conforme a necessidade operacional e os pontos prioritários identificados pela Limpurb.

Entre os serviços realizados no período estão a roçagem de avenidas e canteiros, varrição, limpeza de áreas públicas, lavagem de praças e de locais com grande circulação de pessoas, além do recolhimento dos resíduos gerados durante a execução das atividades.

A atuação durante a noite também permite que determinados serviços sejam realizados com menor interferência no trânsito e na movimentação da população, especialmente em áreas de maior fluxo. O trabalho contribui ainda para dar continuidade às ações executadas pelas equipes durante o dia.

As frentes de serviço são definidas de acordo com o planejamento operacional da Limpurb e as demandas de diferentes regiões de Cuiabá. Dessa forma, a atuação em horários distintos amplia a capacidade de atendimento e garante a continuidade dos serviços de zeladoria ao longo do dia.

A manutenção das equipes no período noturno faz parte da estratégia da Prefeitura de Cuiabá para manter os espaços públicos limpos e conservados, reforçando as ações de zeladoria urbana em toda a cidade.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT



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Dívida de R$ 3,2 milhões leva contratos da educação inclusiva ao TCE

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Uma dívida de R$ 3,2 milhões relacionada a serviços de atendimento educacional de crianças com deficiência colocou a Prefeitura de Várzea Grande sob análise do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT). A cobrança foi apresentada pela Campi – Residencial Inclusivo, responsável por um programa voltado à educação inclusiva no município.

Segundo a empresa, oito notas fiscais referentes a serviços prestados pela instituição permaneciam em aberto até 31 de agosto deste ano. Os documentos somam R$ 3.263.016,68, e a nota mais antiga foi emitida em outubro de 2024, ainda durante a gestão do ex-prefeito Kalil Baracat. A pendência também alcança a atual administração, comandada pela prefeita Flávia Moretti (PL).

A empresa levou o caso ao TCE por meio de uma Representação de Natureza Externa. Conforme os documentos apresentados, as notas estavam liquidadas ou em condições de liquidação, mas os pagamentos ainda não haviam sido realizados pelo município.

Ao prestar esclarecimentos no processo, a Prefeitura informou que os pagamentos estão previstos no cronograma financeiro da administração. O município, porém, reconheceu uma dificuldade na localização de parte da documentação apresentada pela empresa.

Quatro notas fiscais, de números 791, 797, 806 e 912, não foram encontradas nos registros consultados pela Coordenadoria Administrativa Financeira. A Prefeitura informou que serão necessárias diligências para localizar os documentos e dar continuidade à instrução dos respectivos processos.

O caso está sob relatoria do conselheiro Antonio Joaquim. Na análise da manifestação apresentada pelo município, ele ponderou que a ausência de determinados documentos nos registros internos não seria, por si só, justificativa suficiente para o não pagamento dos serviços que tenham sido efetivamente prestados.

O relator, contudo, também destacou os limites de atuação do Tribunal de Contas. Segundo a decisão, o TCE não tem como finalidade resolver demandas que envolvam exclusivamente interesses particulares, embora possa adotar providências caso sejam identificadas irregularidades na gestão dos recursos públicos.

A representação continua em tramitação e poderá resultar em novas medidas e eventual aplicação de sanções, caso sejam constatadas irregularidades na condução dos contratos e dos pagamentos.

A situação chama atenção ainda pelo impacto sobre uma política pública voltada à educação inclusiva. Atualmente, o programa citado no processo atende 348 crianças com deficiência em Várzea Grande.



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