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Max Russi desponta entre os mais lembrados em pesquisa espontânea da MT Dados; Dilmar Dal Bosco também figura entre os dez principais

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Levantamento registrado na Justiça Eleitoral mostra o presidente da Assembleia Legislativa na segunda colocação entre os nomes citados espontaneamente para deputado estadual.

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado estadual Max Russi (Podemos), aparece como um dos principais destaques da pesquisa de intenção espontânea de voto para deputado estadual realizada pelo Instituto MT Dados.

O levantamento, registrado na Justiça Eleitoral sob o nº MT-03773/2026, coloca Max Russi na segunda posição, com 1,4% das citações espontâneas.

Na liderança aparece Lúdio Cabral, com 1,9%, seguido por Max Russi, com 1,4%; Eduardo Botelho, com 1,1%; e Dr. João, com 1%.

Outro nome que também ganha destaque é o deputado estadual Dilmar Dal Bosco (União Progressista), que aparece com 0,5% das citações e figura entre os dez principais nomes lembrados pelos entrevistados.

Na pesquisa espontânea, os entrevistados respondem em quem pretendem votar sem que seja apresentada previamente uma lista de nomes. Dessa forma, o levantamento funciona como um indicador da lembrança dos possíveis candidatos junto ao eleitorado.

Os números colocam Max Russi em posição de destaque no cenário estadual, enquanto Dilmar Dal Bosco também aparece entre os dez nomes mais citados na disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

A pesquisa do Instituto MT Dados está registrada na Justiça Eleitoral sob o número MT-03773/2026.

 

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Em sessão especial, representantes da maçonaria destacam papel da instituição

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Em sessão especial nesta sexta-feira (28) em homenagem ao Dia do Maçom, comemorado anualmente em 20 de agosto, representantes de organizações maçônicas de vários estados brasileiros lembraram o papel da instituição na história do país e defenderam a aproximação entre as diversas vertentes da maçonaria.

O dia 20 de agosto refere-se à fundação do Grande Oriente do Brasil (GOB), com a fusão das lojas Esperança, Comércio e Artes, União e Tranquilidade, no Rio de Janeiro, em 1822. Naquela ocasião, o maçom Joaquim Gonçalves Ledo defendeu a urgência da independência do Brasil, proclamada por Dom Pedro I semanas depois.

— A comemoração do dia de hoje se dá principalmente por ter sido a Proclamação da Independência o resultado incansável do trabalho de maçons que iniciaram um movimento liberal – afirmou o senador Izalci Lucas (PL-DF), um dos autores do requerimento para a realização da sessão.

Entidades maçônicas

Participaram da sessão lideranças das diferentes vertentes da maçonaria no Brasil, como o Grande Oriente do Brasil, a Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil (CMSB) e a Confederação Maçônica do Brasil (Comab). Secretário-geral da CMSB, Armando Assumpção defendeu um fortalecimento da relação entre as três, ressalvando que cada uma tem plena autonomia e sua própria história e estrutura.

O grão-mestre geral do GOB, Ademir Cândido da Silva, destacou o papel histórico da maçonaria.

— Há instituições que atravessam a história, e há instituições que ajudam a história a encontrar o seu caminho – afirmou.

Secretário-geral da Comab, Cassiano Moreno afirmou que a maçonaria atual deve “honrar o legado” das gerações anteriores, atuando em um Brasil “cheio de desafios, que ainda convive com desigualdades, violência, intolerância, corrupção, pobreza e a dificuldade de convivermos com quem pensa diferente de nós”.

Adalberto Alízio Eyng, grão-mestre geral adjunto do GOB, afirmou que ser maçom é “ser amante da virtude, da sabedoria e da justiça, é estender a mão a quem sofre, é ser voz diante da injustiça, cultivar a harmonia das famílias e, em especial, promover a concórdia entre os homens”. Presidente da CMSB e grão-mestre da Grande Loja Maçônica do Distrito Federal, Cassiano Teixeira de Morais saudou a união dos representantes da maçonaria brasileira e disse que a instituição está associada não só a grandes transformações sociais, mas também individuais.

O requerimento para a realização da sessão foi assinado também pelos senadores Confúcio Moura (MDB-RO), Hamilton Mourão (Republicanos-RS) e Lucas Barreto (PSD-AP) e pelas senadoras Damares Alves (Republicanos-DF) e Professora Dorinha Seabra (União-TO).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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