Economia
Ponte Júlio Müller terá interdição no fim de semana para obras de recomposição vinculadas ao BRT
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Ponte Júlio Müller terá interdição no fim de semana para obras de recomposição vinculadas ao BRT
Secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana orienta motoristas sobre rotas alternativas durante os serviços realizados pelo Governo de Mato Grosso
A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, informa que a Ponte Júlio Müller será interditada temporariamente no sentido Cuiabá neste sábado (29) e domingo (30), das 8h às 16h. A medida é necessária para a execução de serviços de recomposição da estrutura e aplicação de capa asfáltica nas faixas destinadas ao BRT.
Os trabalhos fazem parte das obras de implantação do Corredor de Transporte Público Integrado por meio do Bus Rapid Transit (BRT), executadas pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT), e estão sendo realizados conforme o cronograma do consórcio responsável pela execução.
Durante o período de interdição, os motoristas que seguem em direção a Cuiabá poderão utilizar rotas alternativas para evitar o trecho bloqueado. Entre as opções estão a Avenida 31 de Março, com acesso à Ponte Sérgio Motta; a Avenida Dom Orlando Chaves, pelo Viaduto Isabel Campos, no sentido Ponte Nova; e a Alameda Júlio Müller, também com acesso à Ponte Sérgio Motta.
A Secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana orienta os condutores a programarem seus deslocamentos com antecedência e a redobrarem a atenção nas vias que serão utilizadas como alternativas. A previsão é de aumento no fluxo de veículos nesses trajetos durante o período dos serviços, o que poderá provocar alterações temporárias na circulação.
A interdição ocorrerá exclusivamente durante a execução dos trabalhos programados, sendo adotadas medidas de sinalização e orientação para organizar o trânsito e minimizar os impactos na mobilidade urbana.
A Prefeitura de Várzea Grande reforça a importância da compreensão e colaboração dos motoristas e usuários do sistema viário durante a realização dos serviços, que integram as obras de infraestrutura do BRT na região.
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Economia
Crescimento populacional caiu para 0,37% em 2026, estima IBGE
A população estimada do Brasil atingiu 214,2 milhões de pessoas no dia 1º de julho deste ano, de acordo com o estudo Estimativas da População, divulgado nesta sexta-feira (28) pela editoria de Estatísticas Sociais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O ritmo de crescimento da população é cada vez menor, destaca o estudo.

A expansão populacional do país foi de 0,37% em relação ao ano anterior, mostrando queda em comparação ao período 2024/2025, quando atingiu 0,39%.
População por regiões
- 41,6% estão no Sudeste: 89 milhões de pessoas;
- 26,8% no Nordeste: 57,4 milhões;
- 14,7% no Sul: 31,5 milhões;
- 8,8% no Norte: 18,9 milhões;
- 8,1% no Centro-Oeste: 17,4 milhões de pessoas.
Estados mais populosos
- São Paulo tem 21,6% da população brasileira: 46,1 milhões de habitantes;
- Minas Gerais, 10%: 21,5 milhões;
- Rio de Janeiro, 8,0%: 17,2 milhões.
No sentido inverso, as três menores unidades da federação em termos populacionais estão na Região Norte e apresentam menos de 1 milhão de habitantes cada uma: Acre, com 887,8 mil pessoas (0,41% da população total do Brasil); Amapá, com 809,9 mil pessoas (0,38%); e Roraima, 761 mil pessoas (0,36%).
Cidades mais populosas
- São Paulo (SP): 11.911.337 de pessoas;
- Rio de Janeiro (RJ): 6.731.133;
- Brasília (DF): 3.009.996 pessoas;
- Fortaleza (CE): 2.582.360 habitantes;
- Salvador (BA): 2.559.945 moradores.
Juntos, os cinco municípios somam 26.794.771 pessoas, ou o correspondente a 12,5% da população brasileira.
O estudo mostra ainda que os cinco municípios menos populosos são: Serra da Saudade (MG), com 857 habitantes; Anhanguera (GO), com 906 pessoas; Borá (SP), com 935 moradores; Araguainha (MT), com 989 habitantes; e Nova Castilho (SP), com população estimada em 1.070 pessoas.
Da lista dos 15 municípios brasileiros com mais de 1 milhão de habitantes, apenas Guarulhos, com 1.351.284 habitantes, e Campinas, 1.189.761 moradores, ambos no estado de São Paulo, não são capitais estaduais.
Quatro em cada dez municípios do país (44,3%) têm até 10 mil habitantes. Essas 2.467 cidades somam 6% da população brasileira ─ 12,8 milhões de pessoas.
As 27 capitais da Federação concentram população de 49,4 milhões de habitantes, o equivalente a 23,1% da população total. As capitais menos populosas são Palmas (TO), com 333.154 pessoas; Vitória (ES), 343.935 habitantes; e Rio Branco (AC), com estimativa de 390.038 moradores.
Crescimento da população
Boa Vista (RR) aparece como a capital com maior taxa de crescimento no período 2025-2026, com +3,2%. Por outro lado, as capitais que apresentam queda da população em relação às estimativas de 2025 são Salvador (-0,17%), Natal (-0,13%), Belém (-0,08%) e Belo Horizonte (-0,02%).
Segundo o IBGE, as maiores taxas de crescimento populacional foram registradas nos estados de Roraima, Santa Catarina e Mato Grosso: 3,01%; 1,54% e 1,46%, respectivamente.
Esses foram, também, os únicos estados a apresentarem valores superiores a 1%. Já as menores taxas foram observadas nos estados do Rio de Janeiro (0,01%), Alagoas (0,01%) e Rio Grande do Sul (0,00%).
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