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Suplente de Medeiros se revolta com queda em pesquisa e diz que números não refletem cenário real

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O empresário Odílio Balbinotti, primeiro suplente na chapa do deputado federal e candidato ao Senado José Medeiros (PL), reagiu à pesquisa divulgada pela Quaest que apontou queda do aliado na disputa pelas duas vagas de Mato Grosso no Senado. Para Balbinotti, o resultado divulgado não corresponde ao cenário eleitoral e classificou o levantamento como “enganação”.

Na pesquisa estimulada, Medeiros aparece na quarta colocação na intenção para o primeiro voto e em quinto no segundo voto, atrás de outros nomes da disputa. O resultado provocou reação do suplente, que tentou tranquilizar os eleitores de direita e bolsonaristas ao afirmar que a chapa possui levantamentos internos com números diferentes.

“É muita enganação. Mas o eleitor está atento. Nós estamos aqui para pôr luz e trazer à tona a verdade como ela é”, afirmou Balbinotti. “Quer dizer que o Zé Medeiros está em quarto lugar nas pesquisas para o Senado em Mato Grosso? Pessoal, eu quero tranquilizar vocês. Nós temos as nossas pesquisas internas”, acrescentou.

Ao contestar os números, Balbinotti também relembrou as eleições municipais de 2024. Segundo ele, candidatos do PL não apareciam inicialmente entre os favoritos em cidades como Cuiabá, Várzea Grande e Rondonópolis, mas acabaram vencendo as disputas.

O levantamento da Quaest apontou Mauro Mendes (União) e Janaina Riva (MDB) nas primeiras posições da corrida ao Senado. Curiosamente, Janaina integra a mesma coligação de Medeiros e Balbinotti, embora ambos tenham demonstrado resistência à aliança do PL com o MDB. Outras pesquisas divulgadas anteriormente, por sua vez, apresentaram Medeiros em posições diferentes na disputa.



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Gisela vê Gallo entre opções para Casa Civil ou Fazenda no governo Pivetta

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A definição do futuro cargo de Rogério Gallo no governo de Otaviano Pivetta (Republicanos) segue em aberto. A vice-governadora eleita Gisela Simona (União) afirmou que o ex-secretário de Estado de Fazenda poderá retornar à pasta ou assumir a Casa Civil, duas áreas estratégicas para a próxima gestão. Segundo ela, ainda não há uma definição sobre a função que ele ocupará a partir de 2027.

Durante entrevista ao programa Roda de Entrevista, na quinta-feira (8), Gisela classificou a escolha como a “pergunta de milhões” e afirmou que as próximas movimentações do governo deverão esclarecer o destino do ex-secretário. Gallo tem participado das articulações para a formação da equipe que acompanhará Pivetta no novo mandato.

O economista foi coordenador da campanha que levou Pivetta à vitória no primeiro turno e já ocupou o comando da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MT). Ele deixou o cargo em abril de 2026 para integrar, como suplente, a chapa de Mauro Mendes (União Brasil) ao Senado. Após o resultado eleitoral, declarou estar à disposição para contribuir com a próxima administração.

A possibilidade de retorno à Fazenda é reforçada pela experiência técnica de Gallo e pela participação dele nas discussões relacionadas à reforma tributária. As mudanças no sistema de arrecadação devem exigir planejamento do governo estadual para lidar com os impactos sobre as receitas de Mato Grosso.

Por outro lado, a Casa Civil também aparece como uma alternativa diante da experiência política do ex-secretário. Durante a campanha, Gallo atuou na coordenação do grupo de Pivetta e demonstrou capacidade de articulação, característica que pode ser aproveitada na interlocução entre o Executivo, os partidos e outras instituições.

A escolha ocorre em meio ao processo de reorganização do primeiro escalão para o próximo mandato. Pivetta tem promovido reuniões e avaliações sobre a estrutura administrativa, com a intenção de preparar mudanças para 2027. Gallo também foi encarregado de contribuir com um diagnóstico voltado à reforma administrativa e à revisão de despesas do Estado.

Apesar das especulações sobre os dois cargos, não há confirmação oficial de que Gallo assumirá a Sefaz ou a Casa Civil. A decisão caberá a Pivetta, que deverá considerar tanto a experiência técnica quanto a capacidade de articulação política dos nomes escolhidos para compor sua equipe.

A definição sobre Gallo é uma das peças ainda aguardadas na montagem do novo governo. Como destacou Gisela, a posição do ex-secretário permanece indefinida, e os próximos anúncios deverão esclarecer qual será sua participação na administração estadual.



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