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Polícia Militar prende homem com 77 porções de pasta base e cocaína

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Um homem, de 23 anos, foi preso pela Polícia Militar por tráfico ilícito de drogas, na noite desta terça-feira (14.7), em Várzea Grande. O suspeito foi detido em flagrante com 77 porções de substâncias análogas à cocaína e à pasta base de cocaína.

A ação foi realizada pelo Grupo de Apoio (GAP) do 4º Batalhão, que realizava patrulhamento pelo bairro São Mateus e encontrou o homem em atitude suspeita em frente a um residencial de quitinetes. Os militares se aproximaram para realizar a abordagem, mas o homem fugiu para o interior de um dos imóveis, onde foi seguido e detido pela PM.

Na busca pessoal, os policiais encontraram 10 porções de cocaína com o homem. Já durante as buscas na quitinete, foram localizadas mais 60 porções de cocaína e sete porções de pasta base, todas sobre uma geladeira e prontas para comercialização.

O homem recebeu voz de prisão da PM e foi conduzido até a Central de Flagrantes de Várzea Grande para registro da ocorrência e demais providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT



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Hermes Klann defende negociação em vez de PEC que acaba com escala 6×1

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Ao discursar em Plenário nesta segunda-feira (31), o senador Hermes Klann (PL-SC) criticou duas matérias em análise na Casa: a PEC 221/2019, que acaba com a escala de trabalho conhecida como 6×1, e a MP 1.357/2026, que deu fim à chamada “taxa das blusinhas”.

Ao tratar da PEC 221/2019, ele disse ser favorável a mais tempo de descanso para o trabalhador, mas argumentou que mudanças na jornada de trabalho devem ser definidas por meio de negociação entre trabalhadores e empregadores — em vez de serem determinadas por lei.

— Sou contra transformar uma discussão legítima em uma solução única. Acredito na liberdade de escolha, no diálogo e na negociação entre as partes. Trabalhadores e empregadores precisam ter voz. Cada setor tem uma realidade, e o que funciona para uma indústria pode não funcionar para um restaurante. Não existe uma jornada igualmente adequada para todas as atividades. Por isso, defendo a negociação coletiva — declarou.

O senador também afirmou que a redução da jornada pode aumentar o custo da hora trabalhada e, assim, elevar os custos de produção, levando à redução dos investimentos e ao aumento de preços em alguns setores. Esse cenário, salientou, pode prejudicar o poder de compra dos trabalhadores.  

Sobre a MP 1.357/2026 (medida provisória que “zerou” o Imposto de Importação para compras de até US$ 50), ele observou que a discussão sobre a matéria deve considerar os efeitos sobre comerciantes, indústrias e empregos no país.

— Não quero proteger o empresário brasileiro da concorrência. Quero proteger o empresário brasileiro da concorrência desleal. Não podemos olhar apenas para o preço da blusinha. Precisamos olhar para o emprego que existe atrás da blusinha — destacou.

Vitória Clementino, sob supervisão de Dante Accioly

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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