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PreviSinop capacita servidores em Brigada de Incêndio com apoio do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso

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Entre os dias 9 e 10 de julho, o PreviSinop promoveu mais uma capacitação em Brigada de Incêndio para seus servidores, em parceria com o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT), por meio dos militares Júlio Cesar e Sena. A ação integra o Plano de Capacitação Contínua do instituto e atende às diretrizes do Pró-Gestão RPPS – Nível IV, reforçando o compromisso da autarquia com a qualificação permanente de seus profissionais e com a promoção de um ambiente de trabalho mais seguro.

No primeiro dia de treinamento, os participantes receberam instruções teóricas e práticas sobre primeiros socorros, com orientações para o atendimento em situações de engasgo, cortes, queimaduras, desmaios, parada cardiorrespiratória e crises epilépticas. Após a etapa de orientação, os servidores participaram de atividades práticas, colocando em execução as técnicas ensinadas pelos bombeiros militares para atuação inicial até a chegada do atendimento especializado.

O segundo dia foi dedicado ao combate a princípios de incêndio, com conteúdos voltados à prevenção, ao uso correto de hidrantes e à identificação dos diferentes tipos de extintores, de acordo com a classe de incêndio. Assim como na primeira etapa, o treinamento combinou teoria e prática, permitindo que os servidores manuseassem os equipamentos de segurança e aplicassem os procedimentos recomendados para situações de emergência.

A superintendente do PreviSinop, Daniela Sevignani, agradeceu ao Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso pela parceria, disponibilidade e profissionalismo na condução da capacitação. Ela destacou a relevância do trabalho desenvolvido pela corporação e ressaltou que a formação contínua dos servidores fortalece a cultura de prevenção, prepara a equipe para agir com segurança em situações de risco e contribui para a excelência dos serviços prestados pelo instituto à comunidade.

Em caso de emergência, acione o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193. O atendimento funciona 24 horas por dia, e um chamado pode salvar vidas.



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Salário mínimo deverá subir para R$ 1.741 em 2027

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O salário mínimo deverá subir para R$ 1.741 em 2027, disse nesta segunda-feira (24) o ministro da Fazenda, Dario Durigan. A estimativa será incluída no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), que será enviado ao Congresso Nacional até 31 de agosto.

O valor representa um aumento de R$ 120, ou 7,4%, sobre os atuais R$ 1.621. A nova projeção também ficou R$ 24 acima da estimativa de R$ 1.717 apresentada pelo governo no projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) em abril.

O reajuste tem impacto direto nas contas públicas porque o salário mínimo é usado como referência para benefícios previdenciários e assistenciais. Ao mesmo tempo, uma elevação acima da inflação aumenta o poder de compra de trabalhadores e beneficiários que recebem o piso.

“Cumprindo a legislação brasileira, dentro do nosso espírito de privilegiar a população mais carente, vai também para a Previdência e para os benefícios sociais que têm indexação no salário mínimo”, afirmou Durigan nesta noite.

Inflação define valor

Os R$ 1.741 ainda são uma projeção. O valor definitivo será conhecido no fim de 2026, após a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado até novembro. O INPC mede a inflação para famílias com renda de até oito salários mínimos.

A regra atual combina a inflação medida pelo INPC com um ganho real (acima da inflação) de 2,5%, dentro dos limites estabelecidos pela legislação. Por isso, uma inflação diferente da estimada pelo governo poderá alterar o valor final.

A previsão de R$ 1.741 inclui um ganho acima da inflação, o que significa aumento real da renda para quem recebe o piso, desde que a inflação efetiva fique dentro das estimativas consideradas no cálculo.

Pressão sobre gastos

O reajuste também representa aumento das despesas do governo. Cerca de 45% dos benefícios do Regime Geral da Previdência Social (RGPS) têm valor vinculado ao salário mínimo.

A alta afeta pagamentos como aposentadorias e pensões do INSS, Benefício de Prestação Continuada (BPC), seguro-desemprego e abono salarial. A contribuição previdenciária dos Microempreendedores Individuais (MEIs) também é influenciada pelo piso.

Esse efeito torna o salário mínimo uma variável importante para o planejamento das contas públicas. Quanto maior o reajuste, maior tende a ser a despesa do governo com benefícios vinculados ao piso.

Efeito na economia

O aumento também pode estimular o consumo, principalmente entre famílias de menor renda, que tendem a destinar uma parcela maior dos recursos recebidos para despesas básicas.

Por outro lado, o impacto fiscal limita o espaço do governo para ampliar outras despesas. O reajuste do mínimo, portanto, envolve um equilíbrio entre aumento da renda, preservação do poder de compra e controle das contas públicas.

Durigan afirmou que o Orçamento de 2027 será elaborado levando em conta esse cenário e destacou que o governo pretende manter o ganho real previsto para o salário mínimo e controlar o crescimento de outros gastos obrigatórios.

“Para o ano que vem, a gente projeta o aumento das obrigatórias um pouco inferior ao aumento geral do orçamento. As medidas têm o condão de dar racionalidade, de que modo que a regra com ganho real do arcabouço fiscal vai ter um ganho real maior do que as obrigatórias amplamente consideradas”, argumentou o ministro.

Orçamento no Congresso

O PLOA de 2027 será encaminhado ao Congresso Nacional até 31 de agosto e ainda passará pela análise dos parlamentares.

O valor definitivo do salário mínimo só será conhecido em dezembro, quando for divulgado o INPC de novembro. Se a projeção de R$ 1.741 for confirmada, o novo piso entrará em vigor em janeiro de 2027.

Para o governo, a mudança terá impacto simultâneo sobre a renda de milhões de brasileiros e sobre as despesas públicas, fazendo do salário mínimo uma das principais variáveis do Orçamento do próximo ano.



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