Polícia Federal
Davi diz que Senado atuará para defender prerrogativas de todos os senadores
Polícia Federal
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou nesta terça-feira (30) que o Senado atuará institucionalmente, por meio de sua Advocacia, para resguardar as prerrogativas do senador Jaques Wagner (PT-BA), que foi alvo de operação da Polícia Federal. Para ele, é papel da Casa defender todos os senadores
— Eu vou defender o Senado, a prerrogativa do senador, a prerrogativa da senadora e, do ponto de vista institucional, esta Casa tem 200 anos. Muitos passaram aqui, eu vou passar, mas, enquanto estiver na Presidência do Senado Federal, eu vou defender uma Casa bicentenária — disse Davi.
Na visão do senador, todos, inclusive os senadores, têm direito à presunção de inocência e não podem ser condenados antes que uma investigação seja concluída, sem que tenham a chance da ampla defesa e do contraditório.
A fala de Davi veio após o primeiro pronunciamento da senadora Teresa Leitão (PT-PE) como líder do Governo, no lugar de Jaques Wagner, que decidiu se afastar. Ela foi designada para o posto na quinta-feira (25).
Teresa disse que pretende exercer a função tendo o diálogo como método permanente. A senadora afirmou que buscará conversar com com todas as bancadas e lideranças partidárias, respeitando diferenças democráticas.
— Minha percepção é de que temas sensíveis, tanto para a Oposição como para o Governo, não devem ser tratados, presidente, como bolas de futebol postas em disputas, entre empurrões, carrinhos desleais e cotoveladas. Quem será o juiz que vai nos dar um cartão amarelo? É o povo. Quem será o juiz que vai nos dar um cartão vermelho? É o povo — disse a líder.
Para ela, o Senado deve continuar exercendo sua missão histórica de aperfeiçoar e viabilizar políticas públicas que beneficiem a população, contribuindo para a estabilidade institucional e para o desenvolvimento do Brasil.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
Polícia Federal
Gisela vê Gallo entre opções para Casa Civil ou Fazenda no governo Pivetta
A definição do futuro cargo de Rogério Gallo no governo de Otaviano Pivetta (Republicanos) segue em aberto. A vice-governadora eleita Gisela Simona (União) afirmou que o ex-secretário de Estado de Fazenda poderá retornar à pasta ou assumir a Casa Civil, duas áreas estratégicas para a próxima gestão. Segundo ela, ainda não há uma definição sobre a função que ele ocupará a partir de 2027.
Durante entrevista ao programa Roda de Entrevista, na quinta-feira (8), Gisela classificou a escolha como a “pergunta de milhões” e afirmou que as próximas movimentações do governo deverão esclarecer o destino do ex-secretário. Gallo tem participado das articulações para a formação da equipe que acompanhará Pivetta no novo mandato.
O economista foi coordenador da campanha que levou Pivetta à vitória no primeiro turno e já ocupou o comando da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MT). Ele deixou o cargo em abril de 2026 para integrar, como suplente, a chapa de Mauro Mendes (União Brasil) ao Senado. Após o resultado eleitoral, declarou estar à disposição para contribuir com a próxima administração.
A possibilidade de retorno à Fazenda é reforçada pela experiência técnica de Gallo e pela participação dele nas discussões relacionadas à reforma tributária. As mudanças no sistema de arrecadação devem exigir planejamento do governo estadual para lidar com os impactos sobre as receitas de Mato Grosso.
Por outro lado, a Casa Civil também aparece como uma alternativa diante da experiência política do ex-secretário. Durante a campanha, Gallo atuou na coordenação do grupo de Pivetta e demonstrou capacidade de articulação, característica que pode ser aproveitada na interlocução entre o Executivo, os partidos e outras instituições.
A escolha ocorre em meio ao processo de reorganização do primeiro escalão para o próximo mandato. Pivetta tem promovido reuniões e avaliações sobre a estrutura administrativa, com a intenção de preparar mudanças para 2027. Gallo também foi encarregado de contribuir com um diagnóstico voltado à reforma administrativa e à revisão de despesas do Estado.
Apesar das especulações sobre os dois cargos, não há confirmação oficial de que Gallo assumirá a Sefaz ou a Casa Civil. A decisão caberá a Pivetta, que deverá considerar tanto a experiência técnica quanto a capacidade de articulação política dos nomes escolhidos para compor sua equipe.
A definição sobre Gallo é uma das peças ainda aguardadas na montagem do novo governo. Como destacou Gisela, a posição do ex-secretário permanece indefinida, e os próximos anúncios deverão esclarecer qual será sua participação na administração estadual.
-
Agricultura6 dias atrásSetor produtivo prepara cobrança de pautas aos eleitos de MT
-
Política7 dias atrásDuas mulheres são eleitas para a ALMT após quatro legislaturas
-
Economia6 dias atrásVitória de Pivetta aumenta pressão e PL pode trocar comando em Mato Grosso
-
Agricultura6 dias atrásBrasil colhe recorde de 4,14 milhões de toneladas de algodão em área menor
-
Polícia3 dias atrásPL garante atendimento odontológico a crianças, idosos e pessoas acolhidas em MT
-
Esporte3 dias atrásFlaco López marca, Palmeiras vence o Bahia e colar no líder Flamengo
-
Esporte3 dias atrásAthletico-PR e Atlético-MG empatam em 2 a 2 no Brasileirão
-
Mato Grosso6 dias atrásTribunais Superiores acolhem recursos do MPMT em quatro matérias penais

