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Polícia civil prende membros de grupo especializado em furto de baterias de torres de telecomunicações

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A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu, na tarde desta quarta-feira (10.6), dois homens suspeitos de integrar um grupo especializado no furto de baterias de lítio de torres de transmissão de telefonia em Várzea Grande. Um adolescente que participava da ação também foi apreendido.

A investigação, realizada pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG), teve início após o registro de um furto ocorrido na madrugada de quarta-feira em uma torre de transmissão localizada no Bairro Mapim.

Os criminosos arrombaram o alambrado, o gradil de proteção e o cofre das baterias com uso de lixadeira, pé de cabra e alavanca, subtraindo três baterias de íons de lítio, avaliadas em aproximadamente R$ 21 mil.

Após a denúncia, a equipe de investigação agiu rapidamente, identificou o veículo utilizado na ação criminosa e rastreou seu deslocamento até efetuar a abordagem dos suspeitos.

Ao serem localizados, os suspeitos confessaram o crime e conduziram os policiais até o local onde as baterias estavam escondidas, possibilitando a recuperação integral dos bens subtraídos.

Durante a ação, foi apreendido um segundo veículo, também identificado em outras ações de mesma natureza, indicando que o grupo atuava de forma organizada e reiterada. As investigações apontam a existência de várias ocorrências anteriores de furto de cabos e baterias de torres de operadoras de telefonia atribuídas ao mesmo grupo criminoso.

Os adultos foram autuados em flagrante por furto qualificado de componentes de infraestrutura de telecomunicações, associação criminosa e corrupção de menores, sendo requerida a conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva. O adolescente foi submetido ao procedimento previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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Assembleia nega repasses ao TCE por emendas parlamentares e explica ajuste no orçamento

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) afirmou que nunca realizou repasses de recursos ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) por meio de emendas parlamentares impositivas, sejam individuais ou de lideranças partidárias. O esclarecimento foi divulgado após a menção a uma emenda legislativa em investigação conduzida pela Polícia Federal envolvendo o órgão de controle.

Em nota, o Legislativo destacou que a emenda citada no inquérito não se trata de uma indicação parlamentar destinada a beneficiar o Tribunal de Contas, mas de uma emenda legislativa à Lei Orçamentária Anual (LOA). Esse instrumento é utilizado durante a tramitação de matérias na Assembleia para promover ajustes no texto de projetos de lei, propostas de emenda à Constituição e no próprio orçamento estadual.

Segundo a ALMT, a alteração mencionada teve como finalidade corrigir diferenças entre a previsão de arrecadação do Governo de Mato Grosso e os valores efetivamente registrados ao longo da execução orçamentária.

A Assembleia explicou que os repasses aos Poderes e órgãos autônomos, como Tribunal de Justiça, TCE, Ministério Público e Defensoria Pública, seguem percentuais e critérios definidos na legislação, tendo como referência a Receita Corrente Líquida (RCL) do Estado.

Quando a arrecadação supera as estimativas iniciais, podem ser necessários ajustes nos valores destinados a essas instituições. Nesses casos, cabe ao Executivo encaminhar à Assembleia propostas de adequação orçamentária, que são analisadas e formalizadas por meio de emendas legislativas à LOA.

O Legislativo sustenta que sua participação nesse processo não teve o objetivo de conceder recursos extras ou qualquer benefício extraordinário ao Tribunal de Contas. De acordo com a nota, a atuação buscou assegurar o cumprimento dos valores legalmente previstos para o TCE-MT e os demais órgãos autônomos, em conformidade com as regras constitucionais e orçamentárias.

A manifestação da Assembleia busca diferenciar a emenda legislativa mencionada na investigação das emendas parlamentares impositivas, que são instrumentos distintos de destinação de recursos públicos.



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