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EMEB Abdala José de Almeida lança Projeto Matific para fortalecer o ensino da Matemática

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A Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Abdala José de Almeida, localizada no bairro São Mateus, realizou nesta quarta-feira (3) a abertura do Projeto Matific, uma iniciativa desenvolvida por meio da parceria entre as redes municipal e estadual de ensino. A unidade será a primeira do município a receber o projeto, que atenderá todos os alunos dos 4º e 5º anos.

Segundo a diretora da escola, Helena Fernandes, a proposta utiliza tecnologia e atividades interativas para tornar a aprendizagem da Matemática mais divertida e significativa, incentivando o desenvolvimento do raciocínio lógico e o engajamento dos estudantes.

“Este é mais um passo importante em direção a uma educação inovadora e de qualidade para nossos alunos. A proposta é fazer com que os estudantes entendam que a disciplina não é difícil nem complexa, mas uma ciência fundamental, presente em praticamente todos os aspectos da nossa vida”, destacou.

A diretora informou que as atividades serão realizadas três vezes por semana e que o projeto seguirá até o final do ano.

“Hoje demos o pontapé inicial nesse projeto e apresentamos aos nossos alunos como ele será desenvolvido, além de toda a metodologia que será utilizada por meio de jogos e desafios interativos”, completou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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IBGE disponibiliza a partir de amanhã mapas-múndi recentes

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) irá liberar, a partir de amanhã (7), Dia da Independência do Brasil, no site de sua loja, o acesso aos mapas-múndi do Brasil lançados de 2024 a 2026. A versão mais recente foi aprovada globalmente, na última sexta-feira (4), na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU).

A reunião é a oportunidade para que chefes de Estado e governo dos Estados-membros debatam tópicos mundiais e proponham deliberações que, embora não tenham força de lei, são dotadas de relevante carga política. No caso dos mapas-múndi, a votação foi encerrada com 164 países favoráveis à mudança e utilização da projeção Equal Earth, que se aproxima dos mapas disseminados pelo IBGE.

O único voto contrário foi dos Estados Unidos. Seis abstenções foram registradas. 

Embora somente agora a pauta tenha ganhado destaque na assembleia, a reivindicação por uma representação mais fidedigna à realidade, com proporções corretas, é antiga. A fundamentação da proposta aprovada é resultado de um esforço da União Africana (UA), algo coerente, já que o continente africano é, desde o século 16, diminuído nos mapas-múndi adotados, assim como é a América do Sul. 

Como referência daquela época até a atualidade, é usado um feito pelo cartógrafo Gerardus Mercator, para navegação e que espelha a percepção dos colonizadores. Regiões como a América do Norte e a Groenlândia nele aparecem ampliadas, sem corresponder às dimensões que têm concretamente.

“A adoção da projeção Equal Earth pela ONU reforça a posição da Diretoria de Geociências do IBGE de acompanhar de forma contínua as inovações cartográficas e de adotar representações do mundo que dialoguem com demandas sociais por mais equilíbrio e justiça na forma de mapear o nosso planeta”, argumenta Maria do Carmo Bueno, Diretora de Geociências do IBGE.




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