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Força Tática prende mulher com 11 tabletes de supermaconha em General Carneiro

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Policiais militares da Força Tática do 5º Comando Regional prenderam, nesta sexta-feira (15.5), uma mulher de 22 anos, suspeita por tráfico ilícito de drogas, no município de General Carneiro. Com ela foram apreendidos 11 tabletes de substância análoga à supermaconha (skunk).

A prisão ocorreu durante ações das operações Protetor de Fronteiras e Tolerância Zero.

As equipes da Força Tática abordaram um ônibus interestadual que seguia em direção ao município de Barra do Garças, na região de divisa com o Estado de Goiás, depois que militares receberam uma denúncia anônima informando que uma mulher estaria transportando drogas no ônibus.

Durante a fiscalização e entrevistas com os passageiros, a suspeita apresentou nervosismo e comportamento considerado suspeito pela equipe policial.

Na abordagem, os policiais solicitaram a passagem e os bilhetes das bagagens da mulher. Durante a checagem das malas identificadas pela suspeita, os militares localizaram 11 pacotes de substância análoga a supermaconha, conhecida como “skunk”, escondidos no interior das bagagens.

Perguntada pelos militares, a suspeita informou que havia buscado o entorpecente em Mato Grosso do Sul e que levaria a droga para sua cidade no Estado do Pará.

Diante dos fatos, a mulher recebeu voz de prisão e foi encaminhada, juntamente com todo o material apreendido, para a Central de Atendimento de Barra do Garças, e posteriormente levada para a Delegacia da Polícia Judiciária Civil para o registro da ocorrência e demais providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT



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Dia Nacional da MPB resgata história de resistência e inovação da música brasileira

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O Brasil celebra, neste sábado, o Dia Nacional da Música Popular Brasileira, instituído por meio da lei federal 12.624, de 2012. A data escolhida, 17 de outubro, é em alusão ao nascimento da compositora e Chiquinha Gonzaga, mulher vanguardista que, em 1899 compôs a canção que conhecemos como primeira marchinha: Ô, Abre Alas.

A MPB, que conhecemos como gênero musical, não é filha diretamente da produção de marchinhas ou choros, grandes composições de Chiquinha Gonzaga. Nasceu em meados da década de 1960, como evolução da bossa nova. O grande marco é a música Arrastão, com letra de Vinicius de Moraes e música de Edu Lobo, composta em 1965 e vencedora do 1º Festival da Música Popular Brasileira da TV Excelsior, na voz de Elis Regina.

Quem conta à Rádio Assembleia o contexto do surgimento da MPB é a professora Doutora do curso de Música da UFMT, Teresinha Prada.

E o diferencial desse gênero que surge pós bossa nova era propor experimentações de misturas de sonoridade que demonstram a pluralidade cultural brasileira. Buscava também o pertencimento nacional, privilegiando o violão, em detrimento da guitarra elétrica. Que também não ficou fora da MPB por muito tempo, pois foi incorporada ao gênero musical pelos tropicalistas, como Gilberto Gil e Caetano Veloso.

O surgimento da MPB, durante a ditadura militar brasileira, também é uma resposta poética e de contestação ao regime.

Dessa maneira, a sigla MPB passa a incorporar literalmente toda produção musical popular no Brasil, sendo reconhecida por artistas como Chico Buarque, Nara Leão e Geraldo Vandré, que privilegiam o violão, incorpora o choro e o samba, que são gêneros musicais anteriores à MPB, agrega mais instrumentos sonoros e abraça nomes como Rita Lee, Clara Nunes, Alceu Valença, Djavan, Tim Maia, Belchior e tantos outros, que experimentam o rock, o samba de terreiro, o baião, o soul e toda a riqueza cultural brasileira.

Para Karola Nunes, fazer MPB em Mato Grosso também é um ato de resistência

Para Karola Nunes, fazer MPB em Mato Grosso também é um ato de resistência

Foto: Helder Faria

Mato Grosso também contribui para a produção da Música Popular Brasileira, trazendo as identidades próprias do Estado, adicionando regionalismos e compondo a grande diversidade sonora do país, que chamamos de brasilidades.

Amor e Casa é um dos lançamentos mais recentes da cantora e compositora mato-grossense Lorena Ly, que também conversou com a Rádio Assembleia e destaca elementos regionais na composição de sua música.

Karola Nunes é também um dos grandes nomes da MPB produzida em Mato Grosso, seja na carreira solo, seja em grupos e bandas, como o grupo de samba Sasminina e a banda Calorosa.

Ao som de Malemá Tentiano, da Banda Calorosa, convidamos você, ouvinte da Rádio Assembleia, para continuar sintonizado, que aqui você vai ouvir a grande diversidade da MPB e o melhor da música mato-grossense.

Priscila Mendes, para a Rádio Assembleia

Fonte: ALMT – MT



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