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Vice-presidente de comissão comemora sanção do novo Plano Nacional de Educação
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O vice-presidente da comissão especial da Câmara dos Deputados que analisou o novo Plano Nacional de Educação (PNE), deputado Pedro Uczai (PT-SC), comemorou a sanção da lei pelo presidente da República, sem vetos.
A Lei 15.388/26, que institui o novo PNE, teve origem no Projeto de Lei 2614/24, do Poder Executivo.
O texto chegou para avaliação dos parlamentares em 2024. Com a aprovação pela Câmara e pelo Senado neste ano, a proposta foi sancionada nesta terça-feira (14) da forma como saiu do Congresso: com 19 objetivos, 73 metas e 372 estratégias para a educação brasileira até 2036.
Permanência e qualidade
Em entrevista à Rádio Câmara nesta quarta-feira (15), Pedro Uczai enfatizou que o novo PNE inova ao focar não apenas no acesso à educação, mas na permanência, na qualidade e na equidade do ensino no país.
“O plano anterior estava muito focado no acesso das crianças, dos adolescentes, dos jovens, na educação básica ou superior, desde a creche até a universidade. Era importante, mas o que nós percebemos é que as desigualdades educacionais se mantiveram e se reproduziram”, disse o deputado.
Ele explicou que o novo plano preocupou-se também com a permanência, a conclusão e a equidade. “Para colocar política pública para aqueles que mais precisam, para diminuir a distância daqueles que têm mais oportunidade para aqueles que têm menos. Por isso a educação do campo, a educação quilombola, a educação indígena, a educação das nossas periferias.”
Investimentos
Pedro Uczai destacou que o plano também considera a importância da valorização da carreira dos profissionais da educação e determina investimentos no setor.
“O que vai estar garantido para a educação brasileira é que, até o sétimo ano do PNE, precisamos ter 7% do PIB [Produto Interno Bruto] investido na educação. Hoje, temos em torno de 5%. Depois, vamos chegar ao 10º ano com 10% do PIB”, comparou.
Sistema Nacional de Educação
Uczai foi o parlamentar que mais apresentou emendas ao novo PNE. Ele enfatizou que o plano está em sintonia com outra lei recente, a do Sistema Nacional de Educação (Lei Complementar 220/25). A expectativa é que os dois instrumentos reforcem o papel estratégico da educação no desenvolvimento do país.
“Se a educação transforma o estudante, o estudante contribui para a transformação do nosso Brasil. Portanto, se nós queremos um Brasil desenvolvido, queremos um Brasil de oportunidade, para todos os filhos desta pátria, a educação tem que ser prioridade”, disse Uczai.
Ele reforçou que, para ser prioridade, a educação precisa ter investimento nos próximos 10 anos de 10% do PIB mais os R$ 200 bilhões para infraestrutura escolar.
Da Rádio Câmara
Edição – Natalia Doederlein
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Vacinação contra a influenza chega às escolas para ampliar proteção dos estudantes
Além das ações de conscientização, a equipe da Unidade de Saúde do bairro Água Limpa também aproveitou a presença dos estudantes na escola para levar a vacinação contra a influenza. A ação foi realizada nos dois períodos, atendendo os alunos do Colégio Estadual Elmaz Gattas que tinham autorização dos pais ou responsáveis para receber a vacina.
Ao todo, foram administradas mais de 170 doses da vacina contra a influenza, facilitando o acesso dos adolescentes à imunização e aproximando ainda mais a unidade de saúde da comunidade escolar.
Para o gerente da unidade, Emerson Duarte, ações como essa são importantes não apenas para ampliar a cobertura vacinal, mas também para fortalecer o vínculo entre a saúde e a escola.
“A vacinação é uma forma de prevenção e proteção. Quando conseguimos levar esse serviço para dentro da escola, facilitamos o acesso dos alunos e também aproximamos a equipe de saúde da comunidade escolar. É um trabalho que ajuda a cuidar dos nossos jovens e de toda a comunidade”, destacou.
E, apesar de ser um procedimento rápido, a aplicação da vacina também rendeu momentos de descontração. Alguns alunos chegaram ansiosos e até com medo da agulha. O nervosismo acabou virando motivo de brincadeiras e risadas entre os colegas e a equipe, deixando o ambiente mais leve.
Entre uma brincadeira e outra, os estudantes encararam a tão temida picadinha e saíram imunizados.
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