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Mutirão de serviços leva assistência, saúde e emprego a dezenas de moradores

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Moradores do Residencial Santa Bárbara participaram, neste sábado (11), de uma grande ação social integrada promovida pela Prefeitura de Várzea Grande, por meio das Secretarias Municipais de Assistência Social e de Saúde, em parceria com o Sistema Nacional de Emprego (Sine). A iniciativa foi realizada na 2ª etapa do condomínio, das 7h30 às 11h, levando serviços essenciais diretamente à comunidade.

Somente nas alas de atendimento da Assistência Social, foram registrados mais de 50 atendimentos ao longo da manhã, demonstrando a alta procura da população pelos serviços oferecidos, principalmente por famílias em situação de vulnerabilidade social.

A equipe da Assistência Social prestou atendimento socioassistencial, orientações e acesso ao Cadastro Único (CadÚnico), além do acompanhamento de famílias atendidas pelo programa Criança Feliz, fortalecendo a rede de proteção social no município.

Durante a ação, equipes da Unidade de Saúde do bairro Aurília Curvo realizaram atualização do Cadastro Único (NIS), pesagem obrigatória para beneficiários do Programa Bolsa Família e atualização do cartão de vacinação. Também foram disponibilizadas vacinas, incluindo a imunização contra a influenza, destinada aos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde, como crianças, idosos, gestantes, puérperas, pessoas com comorbidades e trabalhadores da saúde.

Outro destaqUe foi a participação do Sine, que disponibilizou balcão de empregos e orientações sobre a Carteira de Trabalho Digital (CTPS), incluindo instruções para download do aplicativo e realização de cadastro, aproximando oportunidades de trabalho dos moradores da região.

A prefeita Flávia Moretti destacou que a ação reforça o compromisso da gestão em levar atendimento direto aos bairros, ampliando o alcance das políticas públicas.

“A nossa gestão tem como prioridade cuidar das pessoas. Quando levamos os serviços até os bairros, garantimos mais dignidade, mais acesso e mais acolhimento às famílias que mais precisam. Essa ação no Santa Bárbara mostra o quanto é importante estar perto da população e oferecer soluções de forma humanizada”, afirmou a prefeita.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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Entidades consideram insuficiente redução da taxa Selic

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A redução de 0,25% ponto percentual na taxa básica de juros da economia, a Selic, foi considerada insuficiente por entidades como a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Para as representações da indústria e dos trabalhadores, o corte nos juros é incapaz de reverter “o quadro de estagnação dos investimentos” e não atende “às necessidades urgentes do país e do povo brasileiro”.

A decisão de reduzir a Selic de 14,50% para 14,25% ao ano foi anunciada nesta quarta-feira (17) pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC).

Para a CNI, a redução não contribui para a reversão da asfixia financeira das empresas e das famílias.

“Enquanto os juros reais continuarem tão elevados, beneficiando diretamente o capital especulativo, o custo do crédito vai seguir inviabilizando os planos de produção e expansão da indústria. Da mesma forma, a medida se mostra ineficaz em aliviar o orçamento das famílias, das empresas e do próprio governo, que seguirão estrangulados pelo serviço da dívida, adiando a retomada do consumo e do investimento e a superação do fantasma da inadimplência”, disse o presidente da CNI, Ricardo Alban.

A CNI avalia que, diante do acordo entre Estados Unidos e Irã para o fim da guerra, haveria espaço para o Banco Central intensificar o ciclo de cortes da Selic na próxima reunião.

“O provável fim do conflito já impacta na queda do preço do petróleo — elemento que vinha pressionando os custos das cadeias produtivas globais. Ao retirar o principal componente de pressão sobre a expectativa de preços e juros, há um ambiente mais favorável para uma flexibilização monetária”, completou Alban.

Redução tímida

Para a CUT, principal central sindical do país, a redução é tímida e não atende às necessidades urgentes do país e do povo brasileiro. Segundo a entidade, a política monetária do BC ignora os sinais positivos da economia brasileira e de alívio no cenário internacional, como a recente queda no preço do petróleo.

“Manter os juros nesse patamar absurdo continua sufocando o setor produtivo, encarecendo o crédito e penalizando diretamente a classe trabalhadora, que segue pagando a conta da lógica do rentismo”, diz comunicado da central.

A CUT disse ainda que a redução de apenas 0,25% pontos na taxa de juros expõe os limites e os perigos do atual modelo de autonomia do Banco Central, que mantém o país refém da especulação financeira .

“Taxas de juros reais tão elevadas drenam recursos públicos que deveriam financiar a saúde, a educação e a infraestrutura, destinando-os para o pagamento da dívida com os grandes detentores de capital. O desenvolvimento nacional e a geração de empregos de qualidade exigem um corte contundente da taxa de juros, e não mais uma concessão ao mercado”, disse a CUT.

Continuidade 

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) considera positiva a redução da taxa Selic, mas diz que é necessário que o movimento tenha continuidade.

Segundo a entidade, o nível dos juros ainda impõe desafios relevantes à atividade econômica e à retomada dos investimentos.

“A continuidade do processo de flexibilização monetária é uma sinalização positiva para a economia. No entanto, a Selic ainda permanece em um patamar restritivo, o que encarece o crédito, adia decisões de investimento e dificulta um crescimento econômico mais consistente”, afirmou a economista-chefe da CBIC, Ieda Vasconcelos.



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