Mato Grosso
Jornalista é ameaçado em Cuiabá-MT por divulgar crimes de Tabelião e Delegado
Mato Grosso
Da Redação
O Jornalista Claudio Natal que denunciou falsificações e demais contravenções que triam sido praticadas pelo Tabelião Felix Jeronimo do Cartório de Santo Antonio do Leverger vem sendo seriamente ameaçado.
O Jornalista fez Boletim de Ocorrência hoje pela manha no GCCO(Grupo de combate ao crime organizado) narrando que em meados de janeiro de 2017 divulgou os fatos a respeito das falsificações e demais contravenções onde o Tabelião teria aberto um cartório móvel que atuava até fora do estado o que é proibido gerando faturamento de milhões de reais as escusas da Corregedoria do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.
No Boletim consta ainda que o Tabelião estaria envolvido com o Delegado Fernando Fleury da Mota e que ambos tentaram armar vários flagrantes forjados para prender o jornalista e calar a boca da imprensa.
Com as denuncias veiculadas na imprensa feitas pelo Jornalista, foi aberto sindicância contra o Cartorário e ainda foram instauradas três Sindicâncias contra o Delegado de Policia(Fernando) na Corregedoria da PJC, onde o delegado escondeu folhas do inquérito, alterou numero das paginas para por e tirar documentos a seu bel prazer além de criar situações intimados pessoas e forçando elas que fosse depor sem acesso ao IP, negando inclusive vista a uma advogada que acompanhava a parte que reclamou que o Delegado era tendencioso em suas perguntas.
Consta ainda no Boletim de Ocorrência n.º. 2017.212233, feito no GCCO 26/06/2017, que Claudio Natal vem sendo constantemente perseguido e que as emaças inciaram no dia 12 de março de 2017 onde a pessoas que o ameaçou usava orelhão justamente da Cidade de Sto. Antonio do Leverger-MT, tendo as ligações partidos dos numeros 3341-1120, 3341-1693, e que em uma das ameças o suspeito dizia sobre ele(jornalistas) e o tal Advogado. O tal Advogado seria Pérsio que foi preso por um flagrante que também teria sido forjado pelo Tabelião e o Delegado para parar o advogado e a imprensa.
A consumação e a conclusão de que as ameças partiram por parte do Tabelião e do Delegado é aliado ao fato de que foi logo após o Jornalista denunciar os crimes de ambos(Delegado e Tabelião), quando então no dia das ameaças o Jornalista ligou de imediato a um Policia da inteligencia da PM que estava em casa e após acionado o mesmo(PM) dirigiu-se correndo aos principais orelhões da cidade de Leverger. Ao constar os orelhões que originaram as ligações ameaçadoras o suspeitos que ameaçava o Jornalista ja havia se evadido do Local. Passados alguns minutos nova ameça veio ao Jornalista todavia de outro numero, quando foi avisado o Policial a segunda ligação teria partido de um orelhão da rua Principal de Sto. Antonio do Leverger, perto da Delegacia de Policia onde fica o Delegado. Ja no segundo orelhão o individuo que ameaçou o jornalista novamente ja teria se evadido do local. Após esse policial da PM ter corrido para ver se descobria quem era o que ameaçava o Jornalista, o policial parou seu carro perto do orelhão. Passados alguns dias esse PM foi intimado pelo Delegado Fernando(Denunciado) para prestar informações no malsinado e armado inquérito contra o Jornalista, sendo que o PM, não era parte, não fazia relação nenhuma com qualquer fato do IP, não tendo nada pra esclarecer, sendo apenas intimado porque o delgado viu ou ficou sabendo através de quem realizava as ameças que esse policial estava atrás dos orelhões buscando quem estava fazendo as ligações de ameaças contra o Jornalista. Outro fato que liga o Tabelião e o delegado é que o Celular do Jornalista tem gravador ligado automaticamente a cada ligação feita e quando foi ameaçado a ligação foi gravada e o ameaçador(individuo) dizia sobre ele e o Advogado, justamente Pérsio que foi preso pelo Delegado em flagrante preparado.
O Jornalista está residindo em local não sabido nem por sua família e diante do ocorrido o GCCO elaborou boletim de ocorrência sem colocar o endereço de Claudio Natal para que o mesmo possa permanecer em segurança e parar que os ameaçadores não descubram seu endereço.
Entenda o caso com as matérias divulgadas anteriormente, um dos audios das ameças, a ligações dos orelhões de Sto. Antonio e a foto dos orelhões onde partiram as ameaças com o carro do PM que foi posteriormente intimado Pelo Delegado Fernando Fleury para depor em inquérito sobre Felix o Jornalista Claudio Natal.
Abaixo: BOLETIM DE OCORRÊNCIA NO GCCO(SEM ENDEREÇO DO JORNALISTA PARA SUA PROTEÇÃO)



Fonte: Pagina do Estado
Mato Grosso
Parcerias fortalecem atendimentos da 2ª Expedição Justiça Sem Fronteiras
A força da atuação conjunta entre instituições marcou a passagem da 2ª edição da Expedição Justiça Sem Fronteiras por Vila Picada, distrito de Porto Esperidião. Durante dois dias, moradores da região tiveram acesso a serviços de documentação, orientação jurídica, assistência social, saúde, previdência e ações educativas, oferecidos por órgãos federais, estaduais e municipais reunidos em uma grande rede de atendimento.Coordenador estadual da Justiça Comunitária, o juiz José Antônio Bezerra Filho avaliou positivamente os resultados alcançados durante a passagem da expedição por Vila Picada. “O saldo é extremamente positivo. Cada edição representa um desafio, mas também uma oportunidade de servir. Quando vemos direitos sendo garantidos e situações sendo resolvidas, temos a certeza de que todo esforço vale a pena. Quem participa da expedição sai renovado pela experiência de poder contribuir com a vida das pessoas”, destacou.
Para o prefeito de Porto Esperidião, Odirlei Queiroz Faria, a presença da expedição representa um importante reforço aos serviços já oferecidos pelo município. “Estamos a mais de 100 quilômetros da sede do município. Temos uma população que necessita desses atendimentos e enfrenta dificuldades de deslocamento. A expedição agrega muito porque reúne diversos serviços em um único local, facilitando o acesso da população à documentação, saúde e assistência social”, pontuou.
Segundo o diretor do Foro da Seção Judiciária de Mato Grosso, juiz federal Flávio Fraga da Silva, a iniciativa permite que serviços públicos cheguem a comunidades que normalmente enfrentam dificuldades de acesso. “Quanto mais distante é a região, mais difícil costuma ser o acesso aos serviços públicos. A Justiça Estadual demonstra sensibilidade ao vir até essas comunidades e a Justiça Federal se soma a esse esforço para atender pessoas que dependem de benefícios previdenciários e assistenciais. É uma ação de grande alcance social”, reforçou.Rede de parceiros amplia alcance da expedição
A diversidade de serviços oferecidos à população foi possível graças à atuação conjunta de instituições parceiras dos poderes Judiciário, Executivo e de órgãos federais, estaduais e municipais.
Entre os parceiros estão o Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), a Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso (DPEMT), a Justiça Federal, a Receita Federal do Brasil, a Polícia Federal, a Caixa Econômica Federal, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), a Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), o Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-MT), o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), a Junta Comercial do Estado de Mato Grosso (Jucemat), o Programa Imuniza Mais MT, o Exército Brasileiro, a Prefeitura de Porto Esperidião, o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), além de diversas outras instituições.Além dos atendimentos voltados à garantia de direitos, a expedição também promoveu ações de orientação e conscientização para a população.
A Procuradoria Especial da Mulher da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) levou informações sobre violência doméstica, abuso sexual infantil e acolhimento às vítimas. Conforme a assessora jurídica Mariana Pereira, a participação na expedição busca ampliar o acesso à informação e fortalecer a rede de proteção.“Viemos somar com a Justiça Comunitária, levando esclarecimentos sobre violência doméstica e abuso sexual infantil, além de orientar as vítimas sobre como proceder diante dessas situações. Nosso objetivo é contribuir para a redução dos índices de violência e fazer a diferença na vida dessas pessoas”, afirmou.
O Exército Brasileiro também integrou a força-tarefa, oferecendo apoio logístico e atendimentos de saúde à população. Para o comandante do Comando de Fronteira Jauru/66º Batalhão de Infantaria Motorizado, tenente-coronel Rômulo Attanásio Jacob, participar da iniciativa é uma forma de contribuir diretamente com as comunidades da região de fronteira.“É motivo de satisfação participar de um evento dessa magnitude, contribuindo com a população e somando esforços com tantos órgãos que atuam em benefício da sociedade”, ressaltou.
Autor: Emily Magalhães
Fotografo: Josi Dias
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
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