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Polícia Civil indicia suspeito de matar gato a pauladas em Rondonópolis

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Um homem investigado como responsável pela morte de gatos na região do bairro Maraia Amélia, em Rondonópolis, foi indiciados por maus-tratos de animais qualificado morte, em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos do município, que também é responsável pela investigação de crimes ambientais.

A investigação contra o suspeito, de 40 anos, teve início após uma denúncia no dia 13 de fevereiro de 2026, relatando que, na data anterior, o suspeito teria matado um gato a pauladas. Ainda de acordo com a denúncia, havia outros relatos de gatos mortos no quintal do suspeito.

Diante das informações recebidas, a Derf iniciou as diligências com o objetivo de verificar a veracidade dos fatos e reunir elementos probatórios para a instauração do inquérito policial. Foram realizadas oitivas de testemunhas, além de coleta e análise de imagens, o que permitiu o avanço das investigações.

Com base no conjunto probatório reunido, o delegado titular da Derf e responsável pelas investigações, Fábio Nahas, concluiu pela materialidade do crime e pela existência de indícios suficientes de autoria, culminando no indiciamento do suspeito pelo crime de maus-tratos a animais com resultado morte.

O procedimento foi devidamente relatado e encaminhado ao Ministério Público para as providências legais cabíveis.

Conforme a legislação vigente, o crime de maus-tratos contra cães e gatos prevê pena de reclusão de 2 a 5 anos, podendo ser aumentada de um sexto a um terço quando a conduta resulta na morte do animal.

“A atuação da Polícia Civil reforça o compromisso institucional com a apuração rigorosa de crimes, inclusive aqueles que envolvem maus-tratos a animais, evidenciando a importância do trabalho investigativo técnico e qualificado na responsabilização dos autores e na proteção da sociedade e do meio ambiente”, destacou o delegado Fábio Nahas.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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Chico Guarnieri é o 5º candidato mais multado do país por desmatamento

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O deputado estadual Chico Guarnieri (PSDB), que busca a reeleição este ano, aparece como o quinto candidato mais multado do Brasil por infrações ambientais desde 2023, segundo levantamento realizado pela Agência Tatu em parceria com o Intercept Brasil. A pesquisa identificou 49 candidatos de 15 partidos que, juntos, acumulam R$ 15,5 milhões em multas aplicadas pelo Ibama.

De acordo com o levantamento, Guarnieri recebeu uma autuação de R$ 970 mil por suposto desmatamento de 194 hectares sem autorização em uma propriedade localizada em Barra do Bugres, na região Médio-Norte de Mato Grosso. A área está inserida no bioma Amazônia.

Com o valor, o parlamentar tucano ocupa a quinta posição no ranking nacional de candidatos com maiores autuações ambientais. O levantamento também aponta que o PL concentra o maior número de nomes na lista: 13 candidatos do partido somam aproximadamente R$ 6 milhões em multas ambientais nos últimos três anos.

Defesa contesta autuação

A defesa de Chico Guarnieri, no entanto, questiona administrativamente a autuação do Ibama e contesta a dimensão da área apontada pelo órgão ambiental.

Segundo os advogados, durante a fiscalização teriam sido identificados apenas cerca de nove hectares dentro de área de preservação, número significativamente inferior aos 194 hectares considerados na autuação.

A defesa também sustenta que, posteriormente, a propriedade teve o Cadastro Ambiental Rural (CAR) validado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), sem registro de passivo ambiental.

O episódio ganha peso político em meio à campanha eleitoral de 2026. Guarnieri tenta renovar o mandato na Assembleia Legislativa e, no início desta semana, ganhou um importante aceno político ao receber o apoio público do senador Flávio Bolsonaro, durante visita do presidenciável a Campo Novo do Parecis.

A situação, portanto, coloca o candidato tucano em uma posição de atenção justamente em um momento de disputa eleitoral, ao mesmo tempo em que sua defesa busca reverter administrativamente a penalidade aplicada pelo órgão ambiental.

Até o momento, trata-se de uma autuação administrativa contestada pela defesa, e não de uma condenação definitiva por crime ambiental.



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