Economia
Dólar cai para R$ 5,22, e bolsa sobe 1,6% com alívio no Oriente Médio
Economia
A expectativa de um possível acordo entre Estados Unidos e Irã fez o mercado financeiro ter um dia de alívio. O dólar aproximou-se de R$ 5,20, e a bolsa subiu mais de 1%, recuperando os 185 mil pontos.

O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (25) vendido a R$ 5,22, com recuo de R$ 0,034 (-0,65%). A cotação operou em queda durante toda a sessão. Na mínima do dia, por volta das 15h30, chegou a R$ 5,20.
A moeda estadunidense cai 1,68% na semana. Em 2026, a queda chega a 4,88%.
A possibilidade de trégua reduziu a aversão ao risco e favoreceu moedas de países emergentes, como o real.
No exterior, o dólar apresentou desempenho misto. O índice que mede a força da moeda frente a uma cesta de divisas avançou 0,46%, indicando que as moedas de economias emergentes foram favorecidas.
Bolsa avança
O Ibovespa acompanhou o clima mais positivo e fechou em alta de 1,6%, aos 185.424 pontos, após superar os 186 mil pontos na máxima do dia. O volume financeiro somou R$ 27,6 bilhões.
Investidores também reagiram às sinalizações de negociação no conflito, embora ainda haja dúvidas sobre um desfecho concreto. Analistas destacam que o mercado tenta antecipar um possível cessar-fogo, mesmo com o ambiente ainda considerado instável.
Em Wall Street, o índice S&P 500 também subiu, refletindo o mesmo movimento de maior apetite por risco.
Petróleo cai
Os preços do petróleo recuaram cerca de 2%, acompanhando a expectativa de redução das tensões no Golfo Pérsico, região estratégica para a oferta global de energia.
O barril do tipo Brent, usado nas negociações internacionais, fechou a US$ 102,22, com recuo de 2,2%. No início das negociações, as cotações chegaram a cair até 7%, ficando abaixo de US$ 100, mas a volatilidade fez a cotação voltar para acima desse nível ao longo do dia.
O mercado acompanha de perto as negociações entre Washington e Teerã, que ainda avalia uma proposta de acordo com múltiplos pontos. Apesar do discurso público mais duro, sinais de demora na resposta iraniana indicam que o país pode estar considerando os termos.
Redução de risco
O movimento foi influenciado pelo noticiário internacional. Novas declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicando avanços nas negociações com o Irã, alimentaram a percepção de redução de risco global.
Apesar disso, o cenário segue incerto. Autoridades iranianas afirmaram que ainda analisam a proposta americana e consideram as condições excessivas, enquanto a Casa Branca elevou o tom ao ameaçar intensificar ações militares caso não haja acordo.
* com informações da Reuters
Economia
É melhor fazer a declaração do IRPF completa ou simplificada?
Na hora de prestar contas com a Receita Federal, uma dúvida é comum a milhões de brasileiros: qual o melhor modelo de declaração para pagar menos imposto ou aumentar a restituição? 

A decisão entre o desconto simplificado e o modelo por deduções legais pode fazer uma grande diferença no seu bolso.
“A declaração completa é ideal para as pessoas que têm muitas despesas dedutíveis na área de saúde, educação, previdência privada e dependentes. Permite que eu detalhe todas as minhas despesas. Na declaração simplificada, aplica o desconto padrão de 20%, sem necessidade de comprovação das minhas despesas. É indicada para pessoas que têm pouca despesa dedutível”, explica o professor de ciências contábeis da Faculdade Anhanguera, Gilder Daniel Torres.
Despesas com educação e saúde
Para quem opta pelo modelo completo, as despesas com educação são um pilar importante, mas exigem atenção aos detalhes.
O abatimento vale para mensalidades escolares, graduação e cursos técnicos, mas deixa de fora o material escolar e os cursos de idiomas.
Agora, se o seu gasto foi com saúde, o cenário é outro: não existe limite de valor para a dedução. Mas cuidado com as exclusões.
Procedimentos puramente estéticos, compra de medicamentos em farmácias ou gasto com acompanhantes em hospitais não dão direito ao abatimento.
>> Confira no Tira-Dúvidas do IR 2026
A melhor estratégia para o contribuinte é testar os dois modelos, simplificado e completo.
“Utilizar seus gastos com saúde, educação, colocar seus dependentes na declaração. Gastos com médicos, dentistas, hospitais, plano de saúde, podem ser deduzidos sem limites, desde que comprovados os gastos com dependentes. A educação, desde que respeitado o limite anual. Também é possível utilizar os gastos com seus dependentes”, orienta a professora Ahiram Cardoso.
Já o especialista Paulo Pêgas, vice-presidente de controle interno do Conselho Regional de Contabilidade do Rio de Janeiro (CRC-RJ), dá uma dica importante para não errar na escolha final.
“O contribuinte deve informar as deduções que tem, porque o próprio programa da Receita Federal informa quanto você teria que pagar no modelo completo e quanto você teria que pagar no modelo simplificado. E aí, você escolhe: o menor valor a pagar ou o maior valor a restituir.”
O modelo simplificado é mais prático, mas se você tem dependentes e gastos elevados com saúde e educação, o modelo completo pode ser o seu maior aliado.
Organize seus recibos, compare os modelos no sistema e garanta o melhor resultado financeiro.
>> Veja aqui mais informações no Tira-Dúvidas do IR 2026
-
Polícia7 dias atrásForça Tática prende suspeito em flagrante de matar mulher em Sinop
-
Polícia7 dias atrásPolícia Civil participa de evento social em Rondonópolis
-
Polícia7 dias atrásPolícia Militar prende membro de facção criminosa com porções de drogas e ovos de Páscoa
-
Cidades7 dias atrásBaixinha defende que Plano Diretor de Cuiabá favoreça bairros periféricos
-
Política7 dias atrásComissão aprova projeto que classifica PCC e CV como grupos terroristas junto a 11 cartéis latinos
-
Economia7 dias atrásDólar cai para R$ 5,01, e bolsa renova recorde com ajuda do exterior
-
Polícia5 dias atrásOperação Pentágono desarticula atuação interestadual e responsabiliza envolvidos no ataque em Confresa
-
Economia7 dias atrásReservas provadas de petróleo no Brasil crescem 3,84% em 2025


