Polícia
Polícia Civil prende homem por crime de tráfico de drogas em Guarantã do Norte
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Uma ação da Polícia Civil resultou na prisão em flagrante de um suspeito, de 26 anos, por tráfico de drogas, no município de Guarantã do Norte, após monitoramento realizado no bairro Centro.
A investigação teve início com base em apurações anteriores, aliadas a informações repassadas pelo Núcleo de Inteligência e pelo setor de combate ao crime organizado e ao tráfico de drogas, que apontavam a atuação do investigado no comércio ilícito de entorpecentes.
Na última quinta-feira (20.3), os policiais iniciaram vigilância no endereço do suspeito. Durante o monitoramento, foi identificada movimentação típica do tráfico, com o investigado chegando rapidamente à residência de motocicleta, entrando por curtos períodos sem desligar o veículo e saindo logo em seguida, comportamento que indica possível retirada de drogas para entrega.
Em determinado momento, ao retornar novamente ao imóvel, o suspeito demonstrou atitude desconfiada e, ao perceber a presença da equipe policial, tentou fugir para dentro da residência, desobedecendo à ordem de parada.Durante a tentativa de fuga, o homem ainda utilizou cães da raça pitbull para dificultar a ação dos policiais e arremessou o aparelho celular, possivelmente com o objetivo de ocultar provas.A equipe realizou o acompanhamento imediato e conseguiu conter o suspeito, utilizando meios proporcionais, conforme os protocolos operacionais.Em continuidade à ação, e diante da situação de flagrante, os policiais realizaram buscas.
Na motocicleta utilizada pelo investigado, foi encontrada uma porção de entorpecente no baú. Já no interior da residência, foram localizados grande quantidade de drogas ainda não fracionadas, porções prontas para venda, embalagens utilizadas para acondicionamento, balança de precisão, dinheiro em espécie e um aparelho celular.
Durante entrevista preliminar, o suspeito confirmou a existência dos entorpecentes no imóvel, reforçando as evidências já levantadas pela equipe.
Diante dos fatos, ele foi preso em flagrante e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil para as providências cabíveis.
Fonte: Policia Civil MT – MT
Polícia
Justiça derruba propaganda de Taques por associar Mauro Mendes a crime no caso Oi
A Justiça Eleitoral de Mato Grosso determinou a suspensão imediata de uma propaganda eleitoral do advogado Pedro Taques que associava o candidato ao Senado Mauro Mendes (União Brasil) a criminosos e afirmava que ele teria “panhado” recursos relacionados ao chamado caso Oi.
A decisão foi tomada pelo juiz auxiliar da propaganda do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), Flávio Fraga e Silva, que entendeu que a peça ultrapassou os limites da crítica política e atribuiu a Mauro uma prática criminosa sem que exista condenação judicial nesse sentido.
Na propaganda, Taques citava pessoas que afirmou ter prendido durante sua trajetória profissional e, em seguida, incluía Mauro na mesma narrativa ao dizer que ele também teria “panhado” recursos do caso Oi.
Ao analisar o conteúdo, o magistrado considerou que a construção da propaganda transformava uma investigação em fato consumado e apresentava o candidato como criminoso.
“Apresenta-se o ‘caso da Oi’ como item subsequente do mesmo rol, enquanto o desfecho da frase converte o que era investigação em fato consumado e quem era investigado em criminoso”, afirmou o juiz na decisão.
O magistrado também destacou que não é a primeira vez que acusações semelhantes envolvendo Mauro Mendes e o caso Oi chegam à Justiça Eleitoral. Segundo a decisão, o TRE-MT já havia considerado ilícitas outras imputações relacionadas a roubo e corrupção, além de determinar anteriormente a retirada de conteúdos com acusações semelhantes.
Para o juiz, Taques apenas alterou a forma de apresentar uma acusação que já havia sido barrada judicialmente.
“Ao afirmar que o requerente ‘panhou, sim’ os recursos do ‘caso da Oi’, evidencia-se a reprodução, com a mera substituição do verbo por seu equivalente coloquial, de imputação categórica cuja veiculação foi vedada mais de uma vez”, registra a decisão.
A tentativa de transformar a acusação em uma pergunta, “Ele panhou ou não panhou?”, também não foi suficiente para afastar o entendimento da Justiça. O magistrado considerou que a frase funcionava apenas como um reforço retórico da acusação.
Com a liminar, Pedro Taques fica proibido de reapresentar a propaganda, integral ou parcialmente, e também de divulgar novas peças que reproduzam a afirmação de que Mauro teria recebido recursos do caso Oi ou que o apresentem como autor de crime sem reconhecimento por decisão judicial condenatória.
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