Polícia Federal
PF recebe comitiva da Direção Nacional de Migração do Paraguai em Foz do Iguaçu/PR
Polícia Federal
Foz do Iguaçu/PR. A Polícia Federal recebeu, na noite desta quinta-feira (30/1), uma comitiva da Direção Nacional de Migração do Paraguai no posto de controle migratório da Ponte Internacional da Integração, segunda ligação terrestre entre Brasil e Paraguai na região da Tríplice Fronteira.
A comitiva foi composta pelo diretor-geral do Movimento Migratório, Favio Espinoza; pelo diretor de Migração da Zona 1 do Alto Paraná, Adrian Mieres; pelo chefe do posto de controle migratório da aduana paraguaia na Ponte da Integração, Berardo Benitez; e pelo diretor de Gestão e Monitoramento, Victor Moreno. Os representantes paraguaios foram recebidos pelo chefe do Núcleo de Migração da Polícia Federal em Foz do Iguaçu, Nelson Machado, acompanhado por policiais federais que atuam no posto.
A visita teve como objetivo alinhar e definir protocolos de atuação conjunta relacionados ao atendimento e à fiscalização de ônibus de turismo, que passaram a ser obrigatoriamente fiscalizados na Ponte Internacional da Integração. A quinta-feira marcou o primeiro dia da nova sistemática de fiscalização para esse tipo de transporte.
Ao final do primeiro dia de operação, foram contabilizados mais de mil registros migratórios, considerando os procedimentos de entrada e saída do país.
A Polícia Federal orienta que os turistas utilizem e preencham previamente o formulário de migração por meio do aplicativo STI Mobile, medida que contribui para maior agilidade no processo de fiscalização e para a redução do tempo de espera nos postos de controle migratório.
Comunicação Social da Polícia Federal em Foz do Iguaçu/PR
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@pffoz
Fonte: Polícia Federal
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Lei garante isenção da taxa de incêndio para APAEs e Associações Pestalozzi de MT
As Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAEs) e as Associações Pestalozzi, regularmente constituídas e declaradas de utilidade pública estadual em Mato Grosso, poderão ser isentas da Taxa de Segurança Contra Incêndio (TACIN), por meio da Lei nº 13.491/2026. A medida contempla imóveis e atividades diretamente vinculados às finalidades institucionais, o que vai contribuir para reduzir custos de manutenção das entidades filantrópicas que atendem pessoas com deficiência e suas famílias.
O deputado estadual Wilson Santos (PSD), um dos autores da legislação, destaca que a iniciativa dá o apoio ao trabalho desenvolvido pelas instituições. Também, assinam a proposta os deputados estaduais Max Russi (Podemos), Dr. João (MDB) e Diego Guimarães (Republicanos).
“Essa lei representa um apoio às APAEs e às Associações Pestalozzi que desempenham um trabalho fundamental às pessoas com deficiência. A isenção da taxa pode ajudar essas instituições a direcionar recursos para outras necessidades dos alunos e de suas famílias”, explica o parlamentar.
Para ter direito à isenção, as instituições deverão comprovar anualmente a manutenção de sua finalidade filantrópica e sem fins lucrativos, a regularidade fiscal e trabalhista, a permanência do título de utilidade pública estadual e a aplicação integral dos recursos na realização de seus objetivos institucionais. A proposta também estabelece que o benefício não dispensa o cumprimento das normas de segurança contra incêndio e pânico do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT), nem a obtenção do respectivo Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).
Tanto que a diretora pedagógica da APAE de Rondonópolis, Jacira Ribeiro, realiza no momento com o CBMMT a renovação do Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS), concedido pelo governo federal à instituição, cuja validade termina em dezembro de 2026 – com duração de cinco anos. Ela também avalia positivamente a medida e ressalta a importância das instituições de todo o estado terem conhecimento do benefício.
Para ela, a isenção pode representar um alívio financeiro, especialmente para entidades que possuem estruturas amplas e precisam investir na adequação das instalações às exigências de segurança. Também, destacou que o valor da taxa varia conforme as características do imóvel, o que pode representar uma despesa significativa para as instituições filantrópicas.
A APAE de Rondonópolis, atualmente, é mantida por meio de convênios, recursos humanos a nível municipal e estadual e da busca constante por novas fontes de arrecadação de recursos. Também, a entidade recorre a emendas parlamentares, desenvolvem projetos e promovem eventos para levantar verbas e custear as despesas de funcionamento já que são atendidos 235 alunos.
Fonte: ALMT – MT
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