Polícia
Polícia Civil combate pesca predatória e grupo criminoso em Cuiabá e Várzea Grande
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A Polícia Judiciária Civil do Estado de Mato Grosso deflagrou na manhã desta sexta-feira (30.1) a Operação Redeiros, com o objetivo desarticular uma associação criminosa voltada à prática de pesca predatória, uso de petrechos proibidos e venda irregular de pescado em período proibitivo no Rio Cuiabá.
Ao todo, estão sendo cumpridos sete mandados de busca e apreensão domiciliar e pessoal nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande. As ordens judiciais foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias de Cuiabá, após representação da Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), e parecer favorável do Ministério Público Estadual.
As investigações da especializada apontam que os suspeitos mantêm uma rede de vigilância para acompanhar, em tempo real, os passos das equipes de fiscalização. Por meio desse monitoramento, o grupo compartilha informações sobre o posicionamento de viaturas e embarcações da Dema e da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema).
O esquema implantado pelo grupo criminoso permitia que a atividade ilícita continuasse sem interrupções e a fuga de possíveis flagrantes. Durante o acompanhamento dos investigadores, foi possível identificar a oferta de espécies protegidas e de captura proibida, como Jaú, Pintado e Pacu, além do uso de redes e tarrafas, instrumentos altamente nocivos ao ecossistema e proibidos pela legislação ambiental vigente.
Com o cumprimento dos mandados, a Dema busca apreender petrechos ilegais de pesca, estoques de pescado irregular e novos elementos de prova. Os envolvidos responderão pelos crimes de pesca ilegal (Lei nº 9.605/1998) e associação criminosa.
A operação conta com o apoio da Diretoria de Atividades Especiais e de equipes de investigadores da unidade especializada.
Período proibitivo
De acordo com as normas vigentes, o período proibitivo, que visa garantir a reprodução das espécies nas bacias do Pantanal, encerra-se neste sábado, dia 31 de janeiro de 2026.
A partir de 1º de fevereiro, a pesca volta a ser permitida, contudo, mesmo com o fim da piracema, segue em vigor a Lei nº 12.197/2023 (Transporte Zero), que estabelece restrições ao transporte e à comercialização de espécies nativas, sendo liberado a pesca amadora esportiva.
Redeiros
O nome da operação faz referência direta ao principal método utilizado pelos investigados para a captura ilegal em larga escala: o uso de redes predatórias e tarrafas. Durante o período de defeso, o uso desse tipo de petrecho é estritamente proibido, pois impede o ciclo natural de reprodução das espécies, causando danos irreversíveis ao ecossistema dos rios pantaneiros.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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Várzea Grande avança com obras de drenagem e conclui 50% dos serviços no Residencial Joaquim Curvo
A Prefeitura de Várzea Grande já concluiu 50% das obras de drenagem no Residencial Joaquim Curvo. A intervenção busca reduzir os impactos dos alagamentos na região, onde os moradores convivem há anos com transtornos provocados pelo acúmulo de água durante o período chuvoso.
Neste momento, os trabalhos estão concentrados na instalação de manilhas que vão compor a rede de drenagem. A obra recebe investimento de R$ 1.597.357,04, com recursos próprios do município, e é executada por uma empresa da construção civil contratada por meio de licitação pública.
A intervenção prevê a implantação de drenagem e pavimentação asfáltica em pelo menos cinco ruas da região: Rondonópolis, Cuiabá, J.A. Curvo, S/D e Argentina.
Segundo o secretário municipal de Viação e Obras, Celso Pereira, a localização do residencial, em uma área de várzea, contribui para os problemas de alagamento, uma vez que a região recebe água proveniente de outros pontos.
“Com a realização das obras, a Prefeitura busca melhorar as condições de tráfego, contribuir para a redução de problemas causados pelo acúmulo de água da chuva e oferecer mais segurança e qualidade de vida aos moradores do bairro Joaquim Curvo”, afirmou o secretário.
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