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PF prende homem com mais de 12 kg de cocaína no Aeroporto de São Luís

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São Luís/MA. A Polícia Federal prendeu, no domingo (18/1), no Aeroporto Internacional Cunha Machado, em São Luís, um passageiro, após ser flagrado utilizando documento falso e transportando mais de 12kg de cocaína envolvida em seu corpo.

A prisão ocorreu após denúncia indicando que um homem estaria viajando com documentação falsa em um voo proveniente de Cuiabá/MT com destino à capital maranhense.

Após o pouso da aeronave, o passageiro foi abordado, quando apresentou a identidade falsa. Durante busca pessoal, foi constatado que o suspeito transportava, preso ao corpo e oculto sob as roupas, pacotes contendo cocaína.

Diante dos fatos, o passageiro foi encaminhado à sede da Superintendência da Polícia Federal no Maranhão, para a lavratura do auto de flagrante e demais providências.

Também no sábado (17/1), a Polícia Federal prendeu um foragido da Justiça no Aeroporto de São Luís. O mandado de prisão foi expedido pela 1ª Vara das Execuções Penais da Comarca de São Luís.

A ordem judicial determinava a prisão, decorrente de sentença transitada em julgado, em virtude de condenação pelo crime de roubo. O preso iria viajar para a cidade de São Paulo/SP.

Comunicação Social da Polícia Federal no Maranhão
Contatos: e-mail: [email protected]
Telefones: (98) 3131-5105/(98) 991286428

Fonte: Polícia Federal



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Projeto cria preço mínimo para proteger produtores de cacau

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O Projeto de Lei 954/26 prevê preço mínimo para o cacau produzido no Brasil, a ser definido pelo governo federal. Pelo texto, o valor deverá considerar despesas como mão de obra, insumos, colheita, infraestrutura e uso da terra, além de garantir uma margem mínima de lucro de 15%.

Em análise na Câmara dos Deputados, a proposta é de autoria do deputado Félix Mendonça Junior (PDT-BA). Ele afirma que os produtores de cacau enfrentam instabilidade nos preços internacionais e, ao contrário do que ocorre com o café, não contam com uma política permanente de garantia de preços.

Segundo o deputado, o projeto “preenche essa lacuna histórica, criando um sistema de preço mínimo baseado no custo real de produção, com margem de viabilidade econômica, e um fundo de intervenção financiado em parte por contribuição sobre as importações”.

Para definir o preço mínimo, o governo usará como base um levantamento anual da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) sobre os custos de produção do cacau. O valor não poderá ser inferior ao custo total da produção.

Pelo projeto, produtores com o Selo Verde Cacau, concedido a empresas com práticas sustentáveis, terão direito a um adicional de 10% sobre o preço mínimo.

Intervenção da Conab
Quando o preço de mercado permanecer abaixo do preço mínimo por mais de 30 dias consecutivos, a Conab deverá adotar uma das seguintes medidas para atender produtores familiares:

  • comprar a produção pelo preço mínimo, por meio da Aquisição do Governo Federal (AGF); ou
  • conceder empréstimos com juros de 1% ao ano, tendo as amêndoas de cacau como garantia, pelo prazo de até 12 meses.

Fundo de estabilização
A proposta cria o Fundo de Estabilização da Cacauicultura (FEC) para financiar essas intervenções e apoiar programas de melhoria da produção e da comercialização do cacau.

Os recursos do fundo virão de:

  • dotações do Orçamento da União;
  • contribuição de 0,5% sobre as importações de amêndoas e produtos semielaborados de cacau;
  • repasses de estados produtores que aderirem ao programa;
  • doações e acordos internacionais.

O projeto também prevê que o Banco do Brasil e o Banco da Amazônia ofereçam instrumentos para proteger produtores e cooperativas exportadoras das oscilações do câmbio, com custo máximo de 1% ao ano.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Roberto Seabra



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