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PF deflagra Operação Ouro na Fronteira em ação integrada contra o garimpo ilegal

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Guajará-Mirim/RO. A Polícia Federal, em parceria com a Polícia Nacional da Bolívia e em coordenação com o Centro de Cooperação Policial Internacional da Amazônia (CCPI), deflagrou, nesta segunda-feira (12/1), a Operação Ouro na Fronteira, para combater o garimpo ilegal de ouro na região entre Brasil e Bolívia.

A ação contou com o apoio da Polícia Militar de Rondônia, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental de Rondônia, totalizando o emprego de seis embarcações e mais de 50 cinquenta policiais, brasileiros e bolivianos.

As diligências ocorreram nos rios Mamoré e Madeira, no Brasil, e Madre de Dios, na Bolívia. No lado brasileiro, três dragas que operavam de forma clandestina foram inutilizadas. Também foram apreendidos frascos contendo mercúrio, metal altamente poluente, cujo uso em atividades garimpeiras causa severos impactos ambientais e riscos à saúde humana.

Durante a ação, uma pessoa foi presa em flagrante por posse ilegal de arma de fogo.

As investigações prosseguem para identificar financiadores, operadores e demais responsáveis pela atividade ilícita.

A ação ocorreu no âmbito da Operação Madeira Mamoré, coordenada pela Polícia Federal e integrada por forças de segurança pública federais e estaduais, com foco no enfrentamento a crimes ambientais e transnacionais na fronteira noroeste de Rondônia.

Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia
Tel. (69) 99972-8890/ (69) 3216-6208
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal



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Projeto amplia acessibilidade de edifícios públicos federais

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O Projeto de Lei 1233/26, do deputado Pedro Aihara (PP-MG), amplia a acessibilidade nos edifícios públicos federais por meio de tecnologias assistivas voltadas à orientação e à localização de pessoas com deficiência e pessoas idosas em ambientes internos.

Em análise na Câmara dos Deputados, a proposta inclui a medida no Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/15).

Conforme a proposta, os edifícios públicos federais deverão dispor de sistemas de sinalização baseados em sensores de proximidade, radiofrequência ou tecnologias similares, integrados a dispositivos móveis capazes de fornecer informações de localização, audiodescrição e rotas acessíveis em tempo real.

O projeto de lei prevê ainda:

  • a utilização complementar de recursos de realidade aumentada;
  • a adoção de padrões de interoperabilidade; e
  • a observância da legislação de proteção de dados pessoais.

A implementação das medidas deverá priorizar áreas de grande circulação e locais de prestação de serviços de saúde, previdência social e assistência jurídica. As despesas decorrentes correrão à conta de dotações orçamentárias próprias, observando-se a disponibilidade financeira da União.

Autonomia
Pedro Aihara argumenta que, apesar de a legislação brasileira já tratar da acessibilidade arquitetônica, o acesso nos prédios públicos brasileiros ainda é focado em barreiras físicas, como rampas e elevadores.

A falta de sinalização dinâmica, segundo Aihara, faz com que pessoas com deficiência visual e pessoas idosas dependam da ajuda de terceiros para encontrar uma sala de audiência ou um guichê de atendimento.

O deputado esclarece ainda que os dispositivos propostos para uso nos prédios públicos são pequenos, fáceis de instalar e com baterias duradouras. “Eles emitem sinais captados por smartphones, permitindo que aplicativos de navegação forneçam audiodescrição precisa, por exemplo, se você está a 5 metros da recepção”, explica.

“O Brasil deixará de apenas permitir a entrada de pessoas com deficiência e idosas para, de fato, permitir a sua autonomia”, afirma Aihara.

Tramitação
O projeto será analisado pelas comissões de Desenvolvimento Urbano; de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa; de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo.

Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Pierre Triboli



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