Polícia Federal
PF e ANM combatem mineração ilegal em Trombudo Central/SC
Polícia Federal
Itajaí/SC. Na manhã desta quarta-feira, 20/2, a Polícia Federal, em conjunto com a Agência Nacional de Mineração (ANM), deflagrou uma operação no município de Trombudo Central, Santa Catarina. A ação visa fiscalizar e apurar infrações penais relacionadas à usurpação de bens públicos da União, especificamente a exploração ilegal de recursos minerais e outros crimes ambientais.
A ação tem como objetivo apurar denúncias de atividades de lavra e extração de recursos minerais realizadas sem as devidas autorizações, permissões, concessões ou licenças necessárias.
Caso as irregularidades sejam confirmadas, os responsáveis poderão responder pelos crimes de usurpação de bens da União e de atividades lesivas ao meio ambiente.
A Polícia Federal e a ANM têm intensificado as ações de fiscalização para combater a mineração ilegal no Brasil. Tais ações são essenciais para proteger o patrimônio público e garantir a sustentabilidade ambiental.
Comunicação Social da Polícia Federal em Itajaí/SC
E-mail: [email protected]
Contato: (47) 3249-6796
Fonte: Polícia Federal
Polícia Federal
Comissão aprova proibição de “cálculo por dentro” de tributos
A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou proposta que proíbe incluir tributo na base de cálculo do próprio tributo. A vedação vale para tributos federais, estaduais e municipais, em que há vedação expressa na Constituição.
Essa prática, chamada de cálculo por dentro, é uma metodologia contábil que permite que o valor de um tributo componha a sua própria base de cálculo. Na prática, isso significa que o consumidor paga um imposto maior do que a alíquota nominal prevista em lei.
Por exemplo, uma camiseta custa R$ 100 e a alíquota do imposto é de 20%. No cálculo por fora, o consumidor paga R$ 120 — exatamente o que a alíquota indica. No cálculo por dentro, o imposto entra na própria base de cálculo e o consumidor passa a pagar R$ 125, embora a alíquota nominal continue sendo 20%.
O texto aprovado é um substitutivo do deputado Kim Kataguiri (Missão-SP) ao Projeto de Lei Complementar 23/11, do ex-deputado Guilherme Campos (SP), e proposta anexa (PLP 163/12). O projeto original excluía da base de cálculo do ICMS o valor do próprio tributo devido em cada operação.
“O cálculo por dentro não é transparente, pois o consumidor não sabe que o tributo é tratado como se fosse parte do bem ou do serviço adquirido. Essa forma de fixar a base de cálculo provoca o aumento da carga tributária, eleva a alíquota real ou efetiva e aumenta o preço do produto ao consumidor”, disse o relator.
Kataguiri lembrou que a reforma tributária vai acabar com a possibilidade do cálculo por dentro, pois os tributos não poderão mais compor a base de cálculo deles mesmos nem a base de um outro tributo.
Próximos passos
A proposta ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania antes de seguir para o Plenário.
Para virar lei, o texto precisa ser aprovado por Câmara e Senado.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei complementar
Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Ana Chalub
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