rombo financeiro
Michelly Alencar critica gestão de Emanuel: “Ele Puniu a População ao Não Entregar o Básico”
Política
Para a vereadora Michelly Alencar (União), a gestão do ex-prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) foi desastrosa. Ela afirmou que o impacto deixado pelo ex-gestor não se restringe ao rombo financeiro, mas também comprometeu a estrutura da cidade.
“A gestão Emanuel Pinheiro hoje, para mim, a palavra que eu posso encontrar é desastrosa mesmo. Ela puniu a população quando deixou de entregar o básico, o remédio na unidade de saúde, quando deixou de tratar as pessoas que estavam a beira da morte com as cirurgias em que as pessoas ficaram quatro, cinco anos aguardando na fila, e servidores que estão ali diariamente”, disse.
“Ela [a gestão] deixou de pagar empresas terceirizadas, prestadores de serviços. Aos poucos, principalmente nesses dois últimos anos, tudo foi parando”, acrescentou a vereadora.
A Parlamentar destaca que os prejuízos da gestão de Emanuel vão além do aspecto financeiro. Segundo ela, após oito anos de administração, a cidade está mais degradada e sem autoestima.
“Ele pagou um pouquinho para não parar totalmente. Então quando a gente avalia de forma mais criteriosa não é só um rombo financeiro, é um rombo na estrutura da cidade. Há quanto tempo a gente não tem, por exemplo, uma decoração de final de ano, a gente não vê a cidade bonita? A autoestima da cidade se perdeu com a gestão Emanuel”, apontou.
A vereadora Michelly Alencar garantiu que o Legislativo está dedicado à recuperação da cidade, que, segundo ela, sofreu consideráveis danos durante a gestão do ex-prefeito. Ela também afirmou que estão sendo planejadas estratégias para os primeiros seis meses da nova administração, período que considera o mais desafiador.
“A gente, principalmente nós da Mesa Diretora, traçando algumas estratégias, estando à disposição, inclusive do prefeito para a gente encontrar aquilo que é mais viável para ajudar Cuiabá. Então estamos imbuídos em buscar essas estratégias imediatas para fazer com que Cuiabá tenha um folego, um respeito. E o maior desafio logo de cara é pagar o salário atrasado dos servidores agora em janeiro”, concluiu.
Política
Prefeitura esclarece que não houve corte de recursos para famílias atípicas em Várzea Grande
A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, esclarece que não houve corte de recursos destinados às pessoas autistas e suas famílias. O assunto foi discutido durante reunião realizada na última quarta-feira (21.10), com a participação da prefeita, de secretários municipais de diferentes pastas e de mães de pessoas autistas, para esclarecer dúvidas sobre o orçamento e os serviços oferecidos pelo município.
Durante o encontro, a secretária municipal de Assistência Social, Taynara Morais, explicou que o reordenamento orçamentário ocorreu após a Câmara Municipal não aprovar a proposta de reestruturação administrativa, que previa a criação de um setor específico para desenvolver políticas públicas voltadas aos direitos humanos e às pessoas com deficiência.
“O que tínhamos era uma previsão no orçamento para uma estrutura que não foi criada, porque o projeto não foi aprovado pela Câmara Municipal”, explicou a secretária.
A gestora destacou que o orçamento é um instrumento de planejamento e não significa, necessariamente, que os recursos estejam disponíveis em caixa. Com a não aprovação da proposta, foi necessário reorganizar a previsão orçamentária, incluindo ajustes no planejamento das ações voltadas à população idosa.
A secretária também esclareceu que os recursos do Fundo Municipal da Pessoa Idosa possuem destinação específica e não se confundem com o orçamento geral da Secretaria Municipal de Assistência Social.
Ela reforçou que as famílias atípicas continuarão sendo atendidas pelos serviços já oferecidos pela Prefeitura e que o reordenamento orçamentário não representa a suspensão dos atendimentos nem o corte da assistência prestada à população.
A Prefeitura de Várzea Grande reforça a importância do diálogo com as famílias e do esclarecimento de informações sobre o orçamento municipal, garantindo transparência nas decisões administrativas e a continuidade dos atendimentos realizados pela rede de assistência social.
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