NOVA gestão

Cláudio Ferreira e equipe assumem cargos em Rondonópolis no 1º de janeiro

O evento contou com a presença de autoridades, familiares e amigos convidados

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Política

Foto: Reprodução/Instragram
O prefeito eleito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira (PL), tomou posse na última quarta-feira (01) durante a primeira sessão da nova legislatura da Câmara Municipal, onde também foram empossados os 21 vereadores eleitos. O evento contou com a presença de autoridades, familiares e amigos convidados. A sessão foi presidida pela vereadora Luciana Horta, a mais votada, com o apoio do vereador Ibrahim Zaher, que atuou como 1º secretário interino. Após a leitura do compromisso, os vereadores, o prefeito e o vice-prefeito Altemar Lopes assinaram o termo de posse.
Em seu discurso, Cláudio ressaltou a imensa responsabilidade política, jurídica, histórica e espiritual que assume nos próximos quatro anos à frente da gestão municipal.

“Primeiramente quero agradecer a Deus, e agradecer também a todo o povo de Rondonópolis. E nós chegamos aqui por meio do voto popular, onde fecha-se um ciclo e inicia-se outro e esperamos com a expectativa de um ciclo virtuoso, de muita prosperidade, que de atenção e cuide dos serviços públicos essenciais e é isso que vamos fazer. Dando ênfase na saúde, no trânsito e na mobilidade urbana na maneira geral”, pontuou Cláudio.

Cláudio Ferreira seguiu para a prefeitura após a posse, onde participou da passagem de faixa, sendo recepcionado pelo prefeito Zé do Pátio. As esposas Neuma e Alessandra estiveram presentes no ato simbólico. Para concluir a agenda oficial, Ferreira participou de um almoço aberto à comunidade na Feira da Vila Operária.

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Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS

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O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.

O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).

Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.

O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.

O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.

Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.

O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira



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