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Paula Calil afirma ter 14 votos, mas avisa que processo segue até o fim do ano
A eleição para a Mesa Diretora ocorrerá no dia 1º de janeiro, durante a posse dos parlamentares.
Política
A vereadora eleita Paula Calil (PL), candidata à presidência da Câmara de Cuiabá para o biênio 2025/2026, afirmou ter 14 votos confirmados para a disputa, o que lhe garantiria a vitória sobre a chapa do atual presidente, Chico 2000 (PL).
Contudo, em entrevista à imprensa na última quarta-feira (18), Calil pediu cautela e destacou que continuará trabalhando até 31 de dezembro para consolidar os votos e, se possível, conquistar mais apoio.
No encontro com os vereadores que já declararam apoio, realizado na última terça-feira (17), estavam presentes 11 parlamentares. Maysa Leão (Republicanos) e Marcrean Santos (MDB), que também confirmaram apoio, não compareceram, e o 14º voto ainda não foi revelado. A eleição para a Mesa Diretora ocorrerá no dia 1º de janeiro, durante a posse dos parlamentares.
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Política
Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS
O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.
O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).
Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.
O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.
O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.
Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.
O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.
Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira
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