durante DISCURSO

Abilio acredita no avanço da direita na Câmara para 2026 com retorno à Presidência

Deputado federal critica políticas econômicas e a perseguição política do PT aos opositores

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Política

Foto: Mário Agra/ Câmara dos Deputaodos

O deputado federal Abilio Brunini (PL), durante seu último discurso na Câmara dos Deputados, na última terça-feira (17), afirmou acreditar que a direita terá protagonismo nas eleições de 2026, garantindo a conquista da Presidência. Ele aproveitou para criticar fortemente os partidos de esquerda que apoiam a base política do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Durante esses dois anos que passei por aqui, pude perceber que nós vamos voltar. E nós vamos voltar para representar o povo contra todo esse desmando, essas ações, esses risos que vocês fazem diante da desgraça do povo. O dólar está a R$ 6,15. Vocês estão loteando a Amazônia aos chineses. Vocês estão vendendo o Brasil e o futuro do povo brasileiro. Vocês da esquerda e do governo sorriem quando um inocente é preso condenado há 16,17 anos e comemoram a soltura de corruptos e a anulação de processos do mensalão e outros casos de corrupção. Vocês riem do povo brasileiro porque acreditam que a corrupção está de volta e o tempo do reinado está de volta. O presente pertence a vocês, mas, o futuro pertence a nós”, disse.

O deputado também apontou que lideranças de direita, como o ex-juiz federal Sérgio Moro e o ex-ministro da Defesa, general Walter Braga Netto, são alvos de perseguições políticas, especialmente por parte do PT e seus aliados. Ele afirmou que as táticas de perseguição adotadas pela esquerda são semelhantes às utilizadas por regimes ditatoriais que dizem combater. Além disso, Abilio criticou a política econômica do PT, destacando o aumento de tributos como uma de suas principais medidas.

“A mesma ditadura que vocês acusam, hojê vocês fazem novamente usando outros poderes. Perseguem opositores, destróem a imagem de pessoas de bem, e tentam ainda defender e promover corruptos confessos, libertando e dando poder para conduzir empresas do nosso país. Vocês riem do povo, mas, esquecem que o tempo está ao nosso favor. Quanto mais perseguirem mais forte ficará a população brasileira em retomar a recuperação do país. Estão impondo o maior imposto do mundo.Esse será o início da derrota”.

Abilio também expressou acreditar em uma renovação no Senado a partir das eleições de 2026, com várias lideranças atuais da Câmara dos Deputados ganhando destaque na disputa majoritária em seus Estados e com chances reais de vitória.

“Não adianta perseguir, aumentar imposto, distribuir ministérios para se manter no poder. Após o Lula, não haverá outra liderança de esquerda. Em 2026, sairão líderes desta Casa, deputados que serão senadores. O Senado será modificado em 2026. Vocês podem se preparar, nós vamos recuperar o nosso Brasil. A população brasileira não deve ficar triste ou chorar, a cada lídee perseguido sorria, se alegre, é uma nova liderança da direita que vai surgir”, concluiu.

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Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS

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O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.

O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).

Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.

O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.

O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.

Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.

O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira



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