Dia da Bíblia

Em MT, o “Dia da Bìblia” será festejado no 2º domingo do mês de dezembro 

Tradicionalmente, a ALMT realiza cultos e missas para os servidores,

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Foto: Reprodução

 O Dia da Bíblia, foi instituído pelo governo por meio da Lei 12.740/2024. O Projeto é  de autoria do deputado Eduardo Botelho, presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Mato Grosso passou a comemorar do Dia da Bíblia no 2º domingo de dezembro foi escolhido como a data oficial para homenagear essa tradição religiosa.

Para Botelho, que é evangélico, celebrar a importância da Bíblia Sagrada na vida religiosa e cultural da população mato-grossense é essencial. Assim,Mato Grosso passa a ter mais essa data comemorativa.

“É um novo marco no calendário oficial de eventos, promovendo o reconhecimento da Bíblia como um símbolo de fé para muitos cidadãos. O segundo domingo de dezembro será uma data destinada à reflexão, celebração e resgate dos valores cristãos presentes na Escritura Sagrada”, ressaltou Botelho.

Na ALMT, a adoração a Deus já é uma tradição. Missas realizadas na Capela Nossa Senhora do Pantanal, localizada na sede do parlamento, e os encontros do Grupo de Evangelismo (GE) reúnem servidores para momentos de louvor. Botelho também participa quinzenalmente de cultos ecumênicos na Presidência, promovendo a reflexão espiritual entre os servidores.

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Projeto permite que cooperativas de energia ampliem área de atuação

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O Projeto de Lei 367/26 permite que cooperativas que atuem como autorizadas na distribuição de energia elétrica solicitem à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a mudança para a categoria de permissionárias de serviço público. A alteração poderá ampliar a área e o tipo de consumidores atendidos por essas cooperativas. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

Hoje, as cooperativas sob o regime de autorizadas atendem consumidores em áreas rurais e não podem expandir sua atuação para áreas urbanas, mesmo quando essas regiões crescem e passam por mudanças econômicas e populacionais.

O autor do projeto, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), afirma que as restrições atuais de operação “não condizem com a realidade das regiões atendidas”, pois impedem que as cooperativas acompanhem o crescimento de sua área de atuação e comprometem a sustentabilidade do modelo cooperativista.

Segundo o deputado, a mudança também permitirá tratamento regulatório mais equilibrado entre cooperativas que exercem funções semelhantes no setor elétrico, mantendo a competência da Aneel para avaliar cada pedido.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Minas e Energia; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Roberto Seabra



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