APOIO ABILIO

GOVERNADOR FAZ DURAS CRÍTICAS E DIZ QUE LÚDIO FORMOU ALIANÇA COM “GRUPO CORRUPTO DE CUIABÁ”

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Foto-Mayke-Toscano-SEcom

O governador Mauro Mendes (União) criticou Ludio Cabral (PT)  e reafirmou seu apoio ao candidato Abilio Brunini (PL) . O Governador criticou seu oponente (Lúdio )  por associar-se ao grupo do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), que Mendes considera “o mais corrupto da história de Cuiabá”.

O governador classificou como um “deslize” o apoio de Abilio à tentativa de revogar a Lei da Pesca, que visa proteger algumas espécies de peixe em Mato Grosso durante uma entrevista

“Não, não me arrependi, não. Acho que deslize qualquer um pode cometer, mas o Abilio tem muitos predicados e o pior que eu vejo é que em torno do outro candidato está todo o grupo do Emanuel Pinheiro”, afirmou Mendes.

Ele lamentou a aliança de Lúdio, enfatizando que este grupo esteve envolvido em diversos escândalos de corrupção, citando 23 operações policiais.

Mendes ressaltou que os resultados da Lei da Pesca têm sido positivos, com indícios de aumento no estoque pesqueiro, o que trará benefícios ao estado.

Ele alertou que, enquanto Abilio pode ter cometido um erro, Lúdio está cercado por um grupo que, segundo ele, cometeu “100 erros” ao se unir a figuras tão controversas.

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Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS

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O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.

O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).

Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.

O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.

O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.

Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.

O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira



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