NO CAMINHO CERTO

“GOVERNO TRABALHA PARA QUE MT CONTINUE SENDO UMA TERRA DE OPORTUNIDADES”, AFIRMA PIVETTA

Durante a entrevista, Otaviano Pivetta destacou as potencialidades do Estado e a importância da eficiência na aplicação dos recursos

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Política

Vice-governador Otaviano Pivetta em entrevista ao podcast PodOlhar Foto: Divulgação

O vice-governador Otaviano Pivetta afirmou que o Governo trabalha para garantir que Mato Grosso continue sendo uma terra de oportunidades. “Assim como quando cheguei a Mato Grosso em 1982, o Estado é jovem e pujante. É fundamental que nós, como poder público, possamos continuar fazendo o dever de casa com eficiência nos investimentos e na fiscalização, focando em áreas prioritárias como educação, saúde, segurança e infraestrutura”, destacou, durante entrevista ao podcast Pod Olhar, que foi ao ar nesta quinta-feira (17.10).

Otaviano Pivetta ressaltou que, segundo o IBGE, Mato Grosso é o único estado brasileiro que terá crescimento populacional até 2070. “Se continuarmos investindo acertadamente, temos a oportunidade de dobrar nosso Produto Interno Bruto (PIB) e expandir a economia do Estado, melhorando a vida das pessoas. Isso envolve atração de investimentos, geração de empregos, qualidade de vida para o nosso povo mato-grossense e a atenção do mundo voltada para cá”, afirmou.

O vice-governador lembrou que, ao assumir o cargo, ele e o governador Mauro Mendes encontraram um Estado afundado em dívidas, com servidores e fornecedores inadimplentes e centenas de obras paralisadas. “Em menos de um ano, consertamos as finanças do Estado e lançamos o maior programa de investimentos da história de Mato Grosso. Com a ajuda da Assembleia Legislativa, reorganizamos as contas públicas e devolvemos o Estado ao povo mato-grossense”, destacou o vice-governador.

Ele explicou ainda que, antes, o Estado consumia tudo que arrecadava, sem retorno para a população. Agora, 20% da arrecadação está sendo destinada a investimentos. “Estamos construindo seis grandes hospitais, fazendo quatro mil quilômetros de novas rodovias, dobrando a malha viária do Estado, e nosso objetivo é levar ainda mais infraestrutura, saúde, educação, entre muitas outras ações às quatro regiões de Mato Grosso”, acrescentou.

Entre as pautas discutidas, o vice-governador também ressaltou a importância de continuar mantendo o equilíbrio entre a geração de riqueza e a preservação ambiental. “Atualmente, 40% do território é destinado à geração de riqueza para o povo, enquanto 60% permanece preservado. Meu sonho é criar um ambiente de negócios que ofereça ao povo um Estado servidor, que efetivamente entrega serviços. Estou aqui para retribuir a Mato Grosso tudo o que recebi e construí minha história ao lado da minha família”, concluiu. 

Durante a entrevista, o gestor também compartilhou um pouco de sua trajetória no setor privado e público, ao chegar ao município de Lucas do Rio Verde e ajudar a construí-lo, onde foi eleito três vezes prefeito, obtendo mais de 80% de aprovação.

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Projeto permite que cooperativas de energia ampliem área de atuação

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O Projeto de Lei 367/26 permite que cooperativas que atuem como autorizadas na distribuição de energia elétrica solicitem à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a mudança para a categoria de permissionárias de serviço público. A alteração poderá ampliar a área e o tipo de consumidores atendidos por essas cooperativas. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

Hoje, as cooperativas sob o regime de autorizadas atendem consumidores em áreas rurais e não podem expandir sua atuação para áreas urbanas, mesmo quando essas regiões crescem e passam por mudanças econômicas e populacionais.

O autor do projeto, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), afirma que as restrições atuais de operação “não condizem com a realidade das regiões atendidas”, pois impedem que as cooperativas acompanhem o crescimento de sua área de atuação e comprometem a sustentabilidade do modelo cooperativista.

Segundo o deputado, a mudança também permitirá tratamento regulatório mais equilibrado entre cooperativas que exercem funções semelhantes no setor elétrico, mantendo a competência da Aneel para avaliar cada pedido.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Minas e Energia; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Roberto Seabra



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