EM CAMPINÁPOLIS

Virginia lança projeto de Agricultura Familiar para comunidades indígenas e é homenageada por mulheres Xavantes.

A região compreende 192 aldeias e é considerada a maior população indígena, com mais de 9 mil pessoas

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Política

Foto: Jana Pêssoa

A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, esteve no município de Campinápolis, reunida com caciques de diferentes aldeias da etnia Xavante. Na ocasião, a comunidade indígena foi informada de que um projeto específico de agricultura familiar para atender as aldeias está sendo elaborado.

Também participaram do encontro o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi; a deputada federal Gisela Simona; a secretária de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), Grasi Bugalho; e o superintendente de Assuntos Indígenas, Agnaldo Santos.

De acordo com o superintendente Agnaldo Santos, a secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SEAF), EMPAER e Superintendência de Assuntos Indígenas, sob a gestão da Setasc estão produzindo o projeto que será denominado “Alimentos da Terra – SER Família Indígena”, com o objetivo de auxiliar e capacitar a comunidade das aldeias no cultivo de alimentos.

“Assim que o projeto for concluído iremos nos reunir novamente para o lançamento. Inicialmente 40 aldeias da região de Campinápolis terão acesso ao projeto piloto. A área total será de 5 ha, mas vamos começar com 2 ha com a capacitação”, explicou Agnaldo.

Virginia Mendes destacou os esforços do Governo do Governo do Estado para que a população seja atendida.

“Esse Governo tem atendido todos os municípios, e os gestores municipais que estão administrando os recursos com responsabilidade têm feito um bom trabalho. Talvez os povos indígenas nunca tenham sido tão respeitados e atendidos como neste governo, e queremos trabalhar muito mais”, afirmou Virginia Mendes.

Virginia também falou sobre o projeto Alimentos da Terra – SER Família Indígena: “Esse projeto será um divisor de águas. Tenho certeza de que os povos indígenas irão aproveitar a produção tanto para o consumo quanto para a renda familiar”, destacou.

“Eu tenho uma alma indígena, me sinto em casa aqui. Gratidão por todo carinho. Agradeço o meu amigo e parceiro do social, deputado Máxi Russi por estar sempre ao meu lado, a secretária Grasi que me ajudou a tirar todos os projetos do papel, a minha querida amiga, deputada federal Gisela Simona por toda sua dedicação e apoio”, agradeceu a primeira-dama de MT.

Samira Tsibodowapre, juntamente com um grupo de mulheres indígenas Xavantes, fez uma homenagem em reconhecimento à dedicação e luta da primeira-dama Virginia Mendes.

“Nossa madrinha, Virginia Mendes, cuida do seu povo, e nós sabemos da sua luta por todos os indígenas”, afirmou Samira.

Max Russi ressaltou o diferencial das ações lideradas pela primeira-dama do Estado para os povos indígenas: “Ela realmente se dedica a todos os projetos de corpo e alma, e todas as ações que ela desenvolve com o SER Família, que atende mulheres, crianças, idosos, pessoas com deficiência e povos indígenas, foram pensadas e idealizadas por ela para que a população tivesse mais oportunidades e qualidade de vida.”

A região compreende 192 aldeias e é considerada a maior população indígena, com mais de 9 mil pessoas. Atualmente, 162 aldeias são assistidas pelo programa SER Família Indígena; as demais estão passando por triagem e, em breve, serão atendidas com todo o suporte que o programa tem oferecido às outras aldeias.

 

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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