INVESTIMENTO DE R$ 700 MILHÕES

Governo de MT entregou 1.185 máquinas e caminhões para fortalecimento dos pequenos produtores e melhorias em infraestrutura

Entregas foram feitas pelas Secretarias Estaduais de Infraestrutura e Logística, Agricultura Familiar e Desenvolvimento Econômico

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Política

Foto: Mayke Toscano/Secom-MT

O Governo de Mato Grosso entregou 1.185 máquinas e caminhões desde 2019 para melhorar a infraestrutura, a logística e fortalecer os pequenos produtores nos municípios do Estado. Para isso, foram feitos investimentos de mais de R$ 700 milhões. As entregas foram feitas por meio das Secretarias de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), Agricultura Familiar (Seaf) e  Desenvolvimento Econômico (Sedec). 

“Estas são entregas muito relevantes, pois impactam diretamente na vida dos cidadãos mato-grossenses nas mais diversas frentes, como estradas mais seguras, fortalecimento dos pequenos produtores e melhorias na logística para escoamento da produção. Essas ações mostram o olhar diferenciado que o Governo de Mato Grosso tem com os municípios para melhorar a vida da população”, destaca o vice-governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta. 

Pela Seaf, as máquinas e caminhões são entregues para os pequenos produtores para auxiliar, aperfeiçoar e ampliar a produção, resultando na diminuição de tempo de execução em várias etapas do processo produtivo, como o escoamento para venda.  Desde 2019, foram entregues 265 máquinas, entre elas, escavadeiras hidráulicas, motoniveladoras, pás carregadeiras, retroescavadeiras, rolos compactadores de solo e pranchas semireboque. 

Já o total de  caminhões entregues pela Seaf é 186, entre eles, tipo Truck com caçamba de 12 e 16 metros cúbicos, cavalos mecânicos, caminhões baú, caminhões isotérmicos, caminhões refrigerados, caçambas semirreboque basculante 03 eixos, caminhões comboio lubrificador, caminhões-tanque pipa, caminhões carroceria aberta, caminhão tipo truck ou bitruck.

Já pela Sedec foram destinadas às prefeituras 50 máquinas, entre elas escavadeiras, motoniveladoras, pás carregadeiras, rolos compactadores e retroescavadeiras, e 80 caminhões, entre eles, caminhão-pipa 11 mil litros, caminhão 12 metros e caminhão 16 metros, para a ajudar na logística e mobilidade urbana das áreas rurais, além de contribuir com o desenvolvimento econômico.   

Pela Sinfra, foram 604 entregas, sendo 514 máquinas, entre motoniveladoras, pás carregadeiras, escavadeiras hidráulicas, rolos compactadores, entre outras, e 90 caminhões basculantes.  

“Essas máquinas são utilizadas pelas prefeituras, associações e consórcios para fazer a manutenção de estradas não-pavimentadas dentro dos municípios, melhorando as condições do trânsito”, pontua o secretário de Infraestrutura e Logística de Mato Grosso, Marcelo Oliveira.

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Câmara aprova projeto que regulamenta a jornada de trabalho de policiais e bombeiros militares

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A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que limita a 144 horas mensais a jornada de trabalho de policiais militares e bombeiros militares. A proposta será enviada ao Senado.

De autoria do deputado Sargento Portugal (Pode-RJ) e outros, o Projeto de Lei 5967/23 foi aprovado na forma de substitutivo do relator, deputado Coronel Meira (PL-PE).

O texto fixa a jornada de trabalho normal nessas 144 horas mensais, exceto para as escalas dos serviços ordinários com carga horária de 24 horas por plantão. Nesses casos, o limite mensal de horas será de 192 horas devido à natureza das atividades e caráter do serviço.

Quando a rotina ordinária de serviço trabalhada exceder as 144 horas mensais, o excesso deverá ser adicionado a banco de horas como crédito de horas extras. Se o trabalho a mais ocorrer em domingos e feriados, a contagem das horas do banco será em dobro.

Coronel Meira afirmou que a proposta corrige distorção histórica na organização da jornada de trabalho dos policiais e bombeiros militares. “A lacuna na legislação federal tem permitido a consolidação de escalas que, não raras vezes, ultrapassam limites razoáveis de resistência física e mental”, disse, ao citar que essas jornadas muitas vezes atingem quem trabalha diretamente nas ruas.

Segundo Meira, a disponibilidade integral exigida pela natureza das atividades exercidas por policiais e bombeiros não pode ser confundida com exaustão permanente, principalmente porque a fadiga crônica afeta a capacidade de resposta e fragiliza a proteção da sociedade. “Segurança pública forte pressupõe profissionais respeitados, protegidos e submetidos a condições de trabalho dignas”, declarou.

Meira afirmou que nenhuma corporação se fortalece “moendo” seus próprios integrantes. Para ele, o texto impede que a excepcionalidade vire regra e reconhece o excesso da jornada no banco de horas. “Quem protege a sociedade também precisa ser protegido pelo Estado”, disse.

O projeto altera o Decreto-Lei 667/69, que reorganizou à época as carreiras. Atualmente, o artigo do decreto-lei no qual são feitas as mudanças remete a disciplina de direitos desses profissionais a leis específicas dos estados e do Distrito Federal.

Turnos adicionais
O texto aprovado condiciona a convocação dos policiais e bombeiros militares para cumprir turnos adicionais e extraordinários de serviço de forma compulsória a casos listados como motivos para atender necessidades temporárias de recursos humanos, necessidades imperiosas de serviço, extrema necessidade do serviço e demais nomenclaturas correlatas da administração pública:

  • estado de sítio;
  • estado de defesa;
  • estado de guerra;
  • estado de calamidade pública;
  • intervenção federal.

Debate em Plenário
Durante o debate em Plenário, o deputado Sargento Gonçalves (PL-RN) afirmou que a proposta “liberta policiais e bombeiros militares de uma escravidão”. Gonçalves é um dos autores da proposta.

Já o deputado Sargento Fahur (PL-PR) disse que nunca recebeu hora extra quando precisou ir além da jornada por alguma ocorrência mais demorada. “Chega de explorar o policial e o bombeiro militar. Chega de escravidão para o profissional de segurança pública. Hoje arrebentamos essa corrente”, declarou o deputado, que também é autor do projeto.

Para o deputado Helder Salomão (PT-ES), no entanto, a proposta pode ser questionada sobre sua constitucionalidade. “A competência sobre o legislar para policiais e bombeiros militares é do governo estadual”, declarou, ressaltando ser a favor do texto.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Eduardo Piovesan e Tiago Miranda
Edição – Pierre Triboli



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