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PRESIDENTE RECÉM-ELEITO DA AL-MT VAI ESPERAR TÉRMINO DAS ELEIÇÕES PARA DISCUTIR TRANSIÇÃO

A transição é importante para debater, organizar, diz deputado Max Russi

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Política

Imagem Daniel Lopes AL-MT

O presidente eleito da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi (PSB), afirma que vai começar o processo de transição administrativa da Mesa Diretora somente após o término das eleições de outubro.

O parlamentar explicou que, devido ao processo eleitoral, é inviável reunir os parlamentares para discutir as ações em andamento e as propostas que podem ser implementadas durante seu mandato.

“A transição é importante para debater, organizar, fazer algumas mudanças que temos interesse, mas eu não posso querer essa mudança seja apenas a mudança deputado Max, vou apresentar e ver se conseguimos avançar após outubro, porque agora os deputados estão muito focados nas eleições municipais, então fazer qualquer movimento, reunião, é bastante complicado”, destacou.

As primeiras discussões sobre a mudança de gestão devem começar somente em novembro, já que o atual presidente do parlamento, Eduardo Botelho (União), é candidato à prefeitura de Cuiabá e, segundo Russi, pode participar de um eventual segundo turno.

Questionado se o resultado das eleições municipais poderia influenciar na relação entre os parlamentares e afetar o processo de transição, Russi afirmou que não e espera que seus colegas estejam dispostos a discutir assuntos internos após o término das eleições.

“Precisamos apresentar alterações que sejam boas e benéficas para todos. Todos conhecem o funcionamento da Casa e o que foi proposto. Se houver consenso, a transição ocorrerá para que o mandato comece de forma organizada”, explicou.

Max Russi foi eleito através de votação unânime para comandar o Legislativo nos próximos dois anos, ao lado do deputado Dr. João (MDB), que assumirá a primeira-secretaria.

 

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Projeto permite que cooperativas de energia ampliem área de atuação

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O Projeto de Lei 367/26 permite que cooperativas que atuem como autorizadas na distribuição de energia elétrica solicitem à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a mudança para a categoria de permissionárias de serviço público. A alteração poderá ampliar a área e o tipo de consumidores atendidos por essas cooperativas. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

Hoje, as cooperativas sob o regime de autorizadas atendem consumidores em áreas rurais e não podem expandir sua atuação para áreas urbanas, mesmo quando essas regiões crescem e passam por mudanças econômicas e populacionais.

O autor do projeto, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), afirma que as restrições atuais de operação “não condizem com a realidade das regiões atendidas”, pois impedem que as cooperativas acompanhem o crescimento de sua área de atuação e comprometem a sustentabilidade do modelo cooperativista.

Segundo o deputado, a mudança também permitirá tratamento regulatório mais equilibrado entre cooperativas que exercem funções semelhantes no setor elétrico, mantendo a competência da Aneel para avaliar cada pedido.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Minas e Energia; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Roberto Seabra



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