Polícia
Autores de estupro de vulnerável são presos pela Polícia Civil
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O deputado estadual por Goiás, Karlos Cabral (PSB), usou a tribuna do parlamento goiano para cobrar que a polícia civil conduza a investigação da morte do estudante bombeiro Lucas Velozo Peres, 27 anos. Para o Deputado, Lucas foi morto, trata-se de crime doloso contra a vida, afirmou.
O Deputado leu mensagens de aplicativo na tribuna que apontariam para um assassinato. Estas conversas foram publicadas, em apuração exclusiva do conexaomt, leia a matéria abaixo
O Deputado aponta que os requisitos para federalização do caso estão evidentes: uma grave violação de direitos humanos, para mim isso aconteceu, um crime doloso contra a vida durante um treinamento…
Na minha interpretação foi morto [ se referindo ao aluno bombeiro Lucas Velozo Peres] , durante um de salvamento aguático na instituição Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Mato Grosso [MT], concluiu.
Segundo o parlamentar, trata-se de um caso que se repete, e que, por conta de uma Lei Estadual, os alunos bombeiros são equiparados como militares do Estado, descolando a competência da investigação, em casos de morte, por ex., para o próprio Estado.
Cabral se referiu ao caso da então Tenente Izadora Ledur de Souza Dechamps, que teve a condenação prescrita, e se livrou da acusação de ter causado a morte do aluno bombeiro Rodrigo Claro, em 2016, em uma aula de salvamento. A atuação dela foi considerada abusiva.
“Talvez alguns aqui possam dizer: ah mas você está relatando um problema de Mato Grosso? Estou porque se trata de um cidadão goiano nascido na cidade de Caiapônia e que a princípio as notícias davam conta de que ele teria se afogado, que teria tido um mal subido, mas aos poucos foram relevando-se fatos que nos deixaram extremamente perplexos […] é um filho do nosso estado e eu pessoalmente irei a Brasília pedir ao Ministério da Justiça os meios para que essa investigação possa ser federalizada. Nós não podemos admitir que mais um caso que não é isolado caia no esquecimento”, disse Karlos.
Cabral solicitou que o caso deixe de ser investigado pelo Corpo de Bombeiros e passe a ser conduzido pela Polícia Civil. Além disso, o parlamentar solicitou que a Comissão de Direitos Humanos da Casa acompanhe de perto o caso, nem que para isso seja necessário vir a Cuiabá para acompanhar as investigações.
Para o Deputado trata-se de claro crime contra a vida, e não crime militar.
“…se no final provar que foi crime militar e não crime contra a vida, como pra mim e para muita gente está claro, os autos serão remetidos de volta e vão tramitar como inquérito militar […] com a condenação exemplar, com a punição de culpados, o Lucas não vai voltar, mas vai evitar que outros jovens tenham esse mesmo destino”, destacou.
O parlamentar afirmou que vai ao Ministério da Justiça, em Brasília, nesta quarta-feira (06), para pedir a federalização do caso.
Polícia
Polícia Militar prende homem suspeito de agredir companheira em Cuiabá
Policiais militares do 3º Batalhão prenderam, na madrugada deste domingo (24.5), um homem suspeito de agredir a companheira, de 37 anos, em Cuiabá. A vítima relatou sofrer agressões físicas recorrentes praticadas pelo suspeito.
Conforme o boletim de ocorrência, a equipe policial foi acionada pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) para atender uma ocorrência de violência doméstica na região do bairro Morada da Serra.
No local, os policiais fizeram contato com a vítima, que informou estar sendo agredida pelo companheiro há vários dias. A filha da mulher foi quem acionou a Polícia Militar e relatou à central de atendimento que a mãe vinha sofrendo violência física constante, incluindo um corte na mão provocado por faca no dia anterior.
A vítima confirmou as informações e relatou ainda que o suspeito havia informado que deixaria a residência durante a tarde, porém permaneceu no imóvel e voltou a agredi-la fisicamente.
Diante da situação, os militares realizaram a detenção do suspeito com apoio de outras equipes policiais. O homem recebeu voz de prisão em flagrante pelos crimes de violência doméstica e lesão corporal.
As partes foram encaminhadas ao Plantão de Atendimento à Violência Doméstica e Sexual, no Centro Integrado de Segurança e Cidadania (Cisc) do bairro Planalto, para registro da ocorrência e demais providências cabíveis.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Fonte: PM MT – MT
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