ELEIÇÕES 2024

Pelo menos 5 deputados pleiteiam candidaturas a prefeito em 2024

Já se sabe que além de Cuiabá, parlamentares se organizam para disputar prefeituras no interior do Estado.

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Nas articulações de bastidores da política do parlamento mato-grossense, comentários apontam que pelo menos 5 deputados da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), planejam a disputa municipal de 2024. Já se sabe que além de Cuiabá, parlamentares se organizam para disputar prefeituras no interior do Estado.

Em Cuiabá, o presidente da Casa de Leis, deputado Eduardo Botelho (União), busca viabilizar sua candidatura à sucessão do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), no Palácio Alencastro. Só que existe uma disputa interna e que se arrasta há alguns meses no União Brasil, entre o parlamentar que trava uma disputa interna contra o deputado federal Fábio Garcia e, aguarda apenas a definição por parte da legenda para consolidar o seu projeto político.

Já no município vizinho, em Várzea Grande, o nome ventilado é o do deputado Fábio Tardin (PSB). Ele foi presidente da Câmara Municipal da cidade e conseguiu uma vaga no parlamento estadual nas últimas eleições. Embora “desconverse” sobre o assunto, o político tem o aval do partido para assumir o protagonismo na Cidade Industrial.

No interior do estado, os deputados estaduais Cláudio Ferreira (PL) e Thiago Silva (MDB) se projetam para a disputa pela Prefeitura de Rondonópolis (215 km ao Sul). Os parlamentares se apresentam como pré-candidatos da “direita” para ampliar a popularidade no município, que atualmente é gerido por Zé Carlos do Pátio (PSB), simpatizante de Lula.

Nas articulações também figura o líder do governo no Legislativo, deputado Dilmar Dal Bosco (União). Ele poderá ser candidato a prefeito em Sinop (279 km de Cuiabá). O parlamentar tem sido “encorajado” por lideranças e poderá deixar o União Brasil para encabeçar a disputa pelo recém-criado PRD (Partido Renovação Democrática) em Mato Grosso.

 

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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