Polícia
Pastor é preso pela Polícia Civil em Juara por estupro de vulnerável
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A Polícia Civil recebeu no fim de semana a comunicação da mãe da vítima, que foi à unidade policial com a filha e contou que ao conversar com a menina porque ela relutava em ir para a igreja que a família frequenta, esta lhe acabou lhe dizendo: “você não sabe o que está acontecendo, mãe”.
A menina relatou então que na data em que dormiu na residência do pastor, ele cometeu abuso sexual contra ela e depois do fato, ele enviou mensagens à menor pedindo que ela não contasse a ninguém sobre o ocorrido.
Ouvida em um espaço reservado na delegacia, a adolescente declarou ainda que desde os cinco anos de idade conhece o pastor. No fim do ano passado, após voltar a morar em Juara, ela começou a frequentar a igreja e o pastor não permitia que ela conversasse ou abraçasse outras pessoas. Uma vez por semana, a menina realizava a limpeza da igreja como colaboração e aos finais de semana, passou a dormir na residência do pastor, localizada nos fundos da igreja, quando a mãe dela saía.
Em julho deste ano, quando ainda estava com 12 anos, a menor contou que o líder religioso tentou beijá-la e depois ainda pediu desculpas dizendo que não era para acontecer aquilo, mas que seria inevitável. Em outra ocasião, no mesmo mês, o investigado abusou sexualmente da adolescente.
Em escuta na delegacia, a menor estava amedrontada e se sentindo culpada pelos fatos ocorridos. O delegado Eric Fantin representou pela prisão do investigado na quarta-feira e nesta sexta-feira foi cumprido o mandado de prisão preventiva.
Durante o interrogatório, o pastor quis atribuir a responsabilização à vítima alegando que ela o induziu aos atos criminosos.
Fonte: Policia Civil MT – MT
Polícia
Polícia Civil deflagrou operação contra investigados por homicídio ligado a facção em Tabaporã
A Polícia Civil deflagrou, nessa sexta-feira (29.5), a Operação Imperium Remotum, com o objetivo de cumprir ordens judiciais relacionadas à investigação de um homicídio ocorrido em Americana do Norte, distrito de Tabaporã.
A ação resultou no cumprimento de dois mandados de prisão preventiva e um mandado de busca e apreensão domiciliar, além da prisão em flagrante de três pessoas pelos crimes de tráfico ilícito de drogas, associação para o tráfico e corrupção de menores.
A operação decorreu de investigação conduzida pela Delegacia de Tabaporã para apurar o homicídio de um homem, de, 19 anos, ocorrido no dia 10 de maio de 2026, no distrito de Americana do Norte. Durante a ação criminosa, a vítima morreu e outras quatro pessoas ficaram sob restrição de liberdade dentro da residência.
As investigações apontaram que o crime apresentou características dos chamados “tribunais do crime”, prática utilizada por facções criminosas para impor punições ilegais. Segundo a apuração, a execução, por meio de facadas e de um tiro, ocorreu por determinação de integrantes de uma facção criminosa.
Durante a operação, os policiais civis cumpriram um mandado de prisão preventiva contra um homem, de 21 anos, investigado por participação nos crimes de homicídio qualificado, cárcere privado e favorecimento ao domínio social estruturado.
No distrito de Nova Fronteira, durante o cumprimento da prisão preventiva, os policiais localizaram drogas prontas para comercialização, dinheiro, anotações relacionadas ao tráfico e aparelhos celulares. Diante do material apreendido, uma mulher, de 30 anos, foi autuada em flagrante pelo crime de tráfico ilícito de drogas.
Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão em uma residência em Tabaporã, os policiais apreenderam porções de pasta base de cocaína, cocaína, maconha, balanças de precisão e aparelhos celulares. No local, uma mulher, de 24 anos, e um homem, de 21 anos, receberam voz de prisão em flagrante pelos crimes de tráfico ilícito de drogas, associação para o tráfico e corrupção de menores.
Na mesma residência, os policiais conduziram quatro adolescentes, de 15, 17, 16 e 15 anos para a delegacia. Eles responderão por atos infracionais análogos aos crimes de tráfico ilícito de drogas e associação para o tráfico.
As ordens judiciais foram expedidas pelo Juízo da Vara Única da Comarca de Tabaporã após representação da Polícia Civil e manifestação favorável do Ministério Público.
O nome da operação, Imperium Remotum, faz referência ao exercício de poder à distância, em alusão à dinâmica investigada, na qual integrantes da organização criminosa coordenavam decisões e determinações por meio de chamadas de vídeo e aplicativos de comunicação.
As investigações prosseguem para identificar outros envolvidos e concluir a apuração dos fatos.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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