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Prazo para pagamento da parcela única do IPTU com 20% de desconto é dia 08 de maio

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Da Redação

Contribuintes de Rondonópolis têm até 08 de maio para pagar a cota única do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), que dá direito ao desconto de 20%. Essa também é a data para quem optar por dividir as cotas saldar a primeira parcela do imposto.

A partir de quarta-feira (29), o cidadão que quiser quitar o valor na Prefeitura, pode se dirigir à Secretaria de Receita, no Paço Municipal. É que as repartições da Administração Pública reabriram para atendimento presencial hoje, das 12h às 18h.

Vale ressaltar que todas as precauções necessárias que o momento de Pandemia de Coronavírus exige estão sendo adotadas, como distanciamento entre as pessoas, distribuição de senhas para evitar aglomerações, além da devida higienização das mãos. A Prefeitura também lembra a importância do uso de máscaras para evitar o contágio.

Aqueles que preferirem saldar o imposto presencialmente no atendimento ao público da Prefeitura devem pagar a Taxa de Serviço Administrativo (TSA), de R$7,05, que também é cobrada para pagamento por meio de carnês.

Já quem escolher fazer a emissão da guia de pagamento online não terá cobrança alguma. Basta entrar no link http://www.rondonopolis.mt.gov.br/tributario_rondonopolis/servlet/portal_serv_servico?7,61 do site da Prefeitura de Rondonópolis e lá informar o número do CPF e da inscrição do imóvel.

O Paço Municipal fica na Avenida Duque de Caxias 1.000, Vila Aurora. 

 

Foto: Prefeitura/Rondonópolis.

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Durigan defende que Brasil deve ampliar comércio exterior

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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu nesta segunda-feira (17) a estratégia de abertura do comércio de produtos brasileiros para outros países. 

Segundo ele, outros governos e investidores olham para o Brasil com confiança. “Em um mundo de incertezas, temos de construir o Brasil como um porto seguro, temos de projetar segurança e previsibilidade”, disse ao participar de evento na capital paulista.

Para Durigan, essa abertura deve ser baseada em negociações e não de dependência de um parceiro exclusivo, na Ásia ou na América do Norte, por exemplo.

“[O Brasil] vai fazer o debate sabendo de suas fraquezas e fortalezas”, apontou.

A fala do ministro ocorre no momento de tensão entre Brasil e Estados Unidos. Na semana passada, o governo federal anunciou a abertura formal do processo para avaliar se a imposição unilateral de tarifas por parte dos Estados Unidos (EUA) contra exportações brasileiras será respondida com base na Lei da Reciprocidade Econômica

Aprovada no ano passado, justamente em reação ao primeiro tarifaço do governo de Donald Trump, a Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil.

Medidas fiscais

Durigan também argumentou sobre a adoção de medidas, como bloqueio de orçamento e limite de gastos obrigatórios, para que o país mantenha a estabilidade fiscal. 

“Precisamos manter uma trajetória fiscal, sem desestabilizar”, disse.

Sobre a reforma tributária, o ministro reconhece que pode amedrontar, por impor muitas mudanças. Porém, Durigan acredita que 2027 será um importante ano para a transição, e que, ao final, resultará em um sistema melhor, a médio e longo prazo, para o país. 

A questão dos juros também foi abordada. Durigan afirmou que não há condições de discutir crédito no país sem “juros civilizados”, por, conforme o ministro, serem a “milha final” dos ajustes de médio prazo necessários para o desenvolvimento do país.



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