Apoio Político

Estadualização do Parque de Chapada: Articulações em Brasília reúne deputado opositor a Mauro Mendes

Mauro Mendes procurou apoio político ao projeto de lei da estadualização do Parque Nacional de Chapada dos Guimarães,

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As reuniões, sessões no senado e outras situações políticas, com intuito de conseguir apoio ao projeto de lei da senadora Margareth Buzetti (PSD) em Brasília, na questão da estadualização do Parque Nacional de Chapada dos Guimarães, passando ao Governo de Mato Grosso, produziu situações interessantes na capital federal.

É que a pauta dessas reuniões, terminou, logicamente, despertando apoio favorável e mesmo contrário a questão e, acabou reunindo o governador Mauro Mendes (União) e o deputado estadual Lúdio Cabral (PT), que é membro da bancada de oposição ao Palácio Paiaguás na Assembleia Legislativa (ALMT).

O parlamentar petista esteve “na cola” do chefe do Executivo mato-grossense em Brasília, marcando presença no mesmo horário, passo a passo, nas reuniões que tinha a presença de Mauro Mendes, fazendo o contraponto à estadualização do parque, nesta terça-feira (3). Mendes busca convencer a União que Mato Grosso tem plenas condições de cuidar e fazer investimentos na unidade através de um projeto de Lei.

Já Lúdio Cabral defende que a medida pode representar uma ameaça, principalmente, diante dos interesses econômicos que permeiam a possível exploração indevida do parque.

 

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Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli



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