AUDIÊNCIA NO SENADO

Estadualização do Parque de Chapada: Instituto aponta erros no projeto em Brasília

Estadualização do Parque de Chapada ao Governo do Estado sofre duras críticas

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Quanto a ideia do govenador Mauro Mendes (União), para que a União transfira o Parque Nacional de Chapada dos Guimarães para competência do Governo de Mato Grosso, estadualizando essa área de preservação ambiental, já vem sofrendo dura resistência de setores localizados em Brasília. Essa que tem sido uma das pautas mais constantes das últimas idas do chefe do executivo mato-grossense à Brasília, já sofreu um duro revés na audiência de hoje, no senado federal, na Comissão de Meio Ambiente.

É que o Projeto de Lei, que trata da estadualização do Parque Nacional de Chapada dos Guimarães, de autoria da senadora Margareth Buzetti (PSD-MT), já vem sofrendo pesadas críticas de autoridades e ativistas do meio ambiente.

O advogado da Rede Nacional Pró-Unidades de Conservação, Douglas Montenegro, e representantes do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) apontaram diversas falhas e ilegalidades

O governador Mauro Mendes (União) e membros da bancada federal de Mato Grosso participam da audiência para debater a matéria, que está em tramitação na Comissão de Meio Ambiente do Senado Federal. Ao utilizar o uso da fala, Montenegro destacou que a proposta de Margareth é ilegal, justamente por ferir artigos básicos da Constituição Federal.

“Estamos tentando frear um retrocesso. Esse projeto de lei parece ter sido resultado de uma má compreensão jurídica ou mal assessoramento que a senadora Margareth passou. Por uma análise mais sucinta, quatro outras leis acabam sofrendo uma atuação, caso esse projeto seja aprovada, além da constituição. Isso mostra as graves incoerências nessa proposta, que vai causar uma enorme insegurança jurídica”, criticou.

 

 

  

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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