CÂMARA MUNICIPAL DE CUIABÁ
Chico 2000 lança obra do elevador no Legislativo da capital
Uma das preocupações do presidente da Câmara de Cuiabá é ampliar a acessibilidade no recinto parlamentar, facultando total comodidade para as pessoas portadoras de algum tipo de deficiência motora
Política
A Câmara Municipal de Cuiabá, por meio do presidente Chico 2000 e demais vereadores, convida a população cuiabana para o lançamento da Obra do Elevador do Parlamento. A cerimônia acontece hoje (25), às 10 horas, em frente ao Legislativo, com as presenças de autoridades distintas.
Segundo explicou Chico 2000, a condição de acessibilidade sempre esteve no âmbito de suas propostas de administração no recinto parlamentar. Ele diz se sentir agraciado por poder contribuir nesse aspecto. “Era um projeto antigo; hoje presidente da Mesa Diretora, finalmente posso concretizá-lo”.

Assessoria
O projeto do elevador, ainda salientou Chico 2000, objetiva proporcionar 100% de comodidade – em termos de circulação pelo ambiente superior da Câmara – a pessoas portadoras de algum tipo de deficiência.
“Temos observado, dia a dia, a dificuldade motora dessas pessoas. Algumas simplesmente desistem de acessar a ala superior do Legislativo. Como um cadeirante pode subir escadas? Daí a necessidade urgente de reparar o sistema de elevador. Mais do que necessária, trata-se de uma obra de humanização”.
Com o lançamento da obra do elevador, garantiu Chico, em breve os cidadãos cadeirantes [e outros com limitações físicas distintas] terão maior facilidade para se locomover pelas dependências superiores da Casa de Leis do município cuiabano.
“Quem não enfrenta esse tipo de limitação nem tem ideia do sufoco diário que nossos semelhantes enfrentam diuturnamente para resolver questões primárias, porém complexas para eles, pelo fato dessa dependência encontrar barreiras”.
Uma calçada sem acesso a cadeirantes, exemplificou o presidente, é outro fator impeditivo à acessibilidade. Ele cita que existe umas série de dispositivos legais impondo que todos acatem critérios de acessibilidade, mas nem sempre isso é cumprido à risca.
“Infelizmente, cabe ampliar a cultura respeitosa nesse aspecto, somando-se a um entendimento geral de sensibilidade apurada. Isto deveria ser a tônica real do presente, mas que, pelo visto, só acontecerá mesmo no futuro. Vamos torcer para que seja breve. O “dar as mãos” aos nossos semelhantes, com restrições de acessibilidade, traduz imposição de amor pela vida e respeito geral por todos. Oxalá todos entendam isso”, finaliza Chico.
Por João Carlos de Queiroz, jornalista omatogrosso.com C/informações SECOM/CÂMARA

Vereador Chico 2000e Leis
Política
Debate aponta falta de pessoal no TRT-2 e demanda nomeação de concursados
A falta de pessoal no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, de São Paulo, foi tema de debate na Comissão Mista de Orçamento (CMO) nesta terça (18). Esse tribunal, também chamado de TRT-2, é o maior tribunal regional do trabalho do Brasil.
A deputada federal Professora Luciene Cavalcante (PSOL-SP), que conduziu a reunião, disse que o TRT-2 possui um déficit de 488 servidores — e que, por isso, é preciso nomear concursados.
Ela destacou que o TRT-2 responde por 19% dos processos trabalhistas do país e acumula quase 1 milhão de processos pendentes.
Segundo a comissão de aprovados no último concurso para esse tribunal, há cerca de 5,3 mil pessoas aguardando nomeação.
Acesso à Justiça
Ao defender a convocação imediata dos concursados, a deputada afirmou que as nomeações estão previstas na Lei Orçamentária de 2026. Ela também ressaltou que a falta de pessoal compromete o acesso à Justiça, especialmente para populações vulneráveis.
— A convocação dos concursados é urgente. A efetividade do TRT-2 importa porque ele tutela direitos de natureza alimentar e enfrenta violações que incidem com mais intensidade sobre as populações mais vulneráveis. O déficit de pessoal compromete a capacidade de resposta à sociedade — salientou Luciene.
Adoecimento
Integrante da comissão de aprovados no último concurso do TRT-2, Fernanda Coimbra de Lima declarou que a falta de servidores nesse órgão aumenta a sobrecarga laboral e o número de adoecimentos, “justamente numa casa que deveria zelar pelo ambiente de trabalho”.
— Isso resvala no cidadão, que é afetado com uma demora processual; na empresa, que vive numa incerteza constante; no advogado, que não sabe quando o processo vai findar e quando receberá seus honorários. Há uma gama de entes afetados. A Justiça do Trabalho não pode ser abandonada — protestou ela.
O TRT-2
De acordo com o próprio TRT-2, a jurisdição desse tribunal abrange 46 municípios, incluindo a cidade de São Paulo.
O órgão também informa que possui 217 varas do trabalho, 92 desembargadores, 512 juízes e 5.315 servidores, além de estagiários e profissionais terceirizados.
O debate na CMO, nesta terça-feira, também contou com a participação do deputado estadual Carlos Giannazi (PSOL-SP); da representante do Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário de São Paulo, Camila Gradim; e da coordenadora-geral da Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário Federal, Luciana Carneiro.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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