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Membros da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas e de CDLs do estado são homenageados na ALMT

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Integrantes da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL) e Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) foram homenageados durante sessão especial realizada na noite desta quinta-feira (17) pelo deputado estadual Diego Guimarães (Republicanos), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).

Durante a solenidade, foram agraciados com moções de aplausos 90 membros da diretoria, conselho fiscal e consultivo, diretores distritais e colaboradores da FCDL, além do assessor jurídico e presidentes das CDLs de Mato Grosso, em reconhecimento aos relevantes serviços prestados ao setor do comércio no estado.

O deputado Diego Guimarães destacou a importância de entidades como a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas, que completa 40 anos de fundação em 2023, e das Câmaras de Dirigentes Lojistas, presentes em 60 municípios de Mato Grosso. Afirmou ainda que o setor do comércio é o que mais gera empregos e paga impostos no estado e defendeu a redução da burocracia. 

“Os comerciantes enfrentam lutas diárias e, por isso, muitas vezes não têm tempo, então são entidades como a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas e todas as câmaras dos municípios que garantem essa representatividade, levantando pautas, discutindo assuntos, trazendo relevância para aquilo que é importante, buscando campanhas que possam incentivar ainda mais o consumo para garantir a sobrevivência de muitos comerciantes que, sozinhos, não teriam como fazer tudo isso. Durante a pandemia ficou ainda mais evidente a relevância dessas entidades”, declarou.

Presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Mato Grosso, David Willian Correa Pintor agradeceu ao deputado pelo compromisso com o setor do comércio e pela concessão das homenagens em reconhecimento aos trabalhos desenvolvidos durante os 40 anos de existência da FCDL.

Com mais de 50 mil associados em todo o estado, a entidade tem como principal objetivo promover a união dos comerciantes na busca de soluções sustentáveis, com maior interação e fortalecimento do movimento lojista. 

“Nós ficamos muito felizes com essas honrarias que estamos recebendo hoje, porque sabemos o quanto trabalhamos pelos empresários de Mato Grosso, os nossos comerciantes. Agradeço ao deputado por esse reconhecimento e por sempre ter sido um grande parceiro do setor, sempre ter nos recebido e ouvido nossas demandas”, disse.

Em retribuição, a FCDL entregou ao deputado Diego Guimarães uma moção de aplausos “pelo significativo trabalho e apoio frente às políticas públicas no estado de Mato Grosso e expressiva contribuição para o fortalecimento dos setores de comércio e serviços”.

Frente Parlamentar – Na oportunidade, o deputado Diego Guimarães (Republicamos) também anunciou a instalação da Frente Parlamentar em Defesa do Comércio de Bens e Serviços, que ocorrerá nesta sexta-feira (18), na Assembleia Legislativa, e o terá como coordenador-geral.

Entre os principais assuntos que serão discutidos durante as reuniões, segundo ele, está a definição de políticas públicas para garantir a sobrevivência dos comércios locais frente aos comércios virtuais e a reforma tributária.

“Essa frente parlamentar terá a finalidade de ampliar os debates que possam trazer um ambiente de negócios favorável para esses comerciantes, que geram empregos, geram renda, que garantem o movimento da economia, que são os maiores geradores de emprego do estado de Mato Grosso, os maiores pagadores de impostos do estado”, frisou.

Fonte: ALMT – MT

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Candidaturas femininas ao Senado crescem e chegam a todos os estados

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selo_eleicoes_claro.jpgO número de mulheres na disputa por uma vaga no Senado chegou a 69 nas eleições deste ano. O total supera o registrado nas duas eleições anteriores: em 2022, 58 mulheres se candidataram ao cargo e, em 2018, foram 62. Em 2026, 54 das 81 cadeiras do Senado estarão em disputa, com a eleição de dois representantes por estado e pelo Distrito Federal. 

Dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram um crescimento de 19% no número de candidatas em relação às eleições de 2022. Na comparação com 2018, última eleição em que também foram renovados dois terços das cadeiras do Senado, o aumento é de 11,3% (veja ilustração abaixo).

Apesar do aumento de candidatas em números absolutos, a participação proporcional das mulheres na disputa não é a maior das últimas três eleições. Em 2026, elas representam 22% das candidaturas ao Senado, enquanto os homens correspondem a 78%. 

Em 2022, quando apenas um terço das cadeiras estava em disputa, as 58 candidatas representaram 23,9% do total. Já em 2018, as 62 mulheres correspondiam a 17,6% das candidaturas registradas ao Senado.

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As candidaturas femininas estão presentes nos 26 estados e no Distrito Federal. A maior quantidade está concentrada em três estados: Rio Grande do Norte, Santa Catarina e São Paulo. Há cinco mulheres na disputa pelo Senado em cada um desses estados.

Na outra ponta, Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Sergipe e Tocantins têm apenas uma mulher entre os candidatos ao Senado.

Apesar das diferenças entre as unidades da Federação, esta é a primeira vez, comparando os números desde 2014, que todos os estados têm ao menos uma candidata. Na eleição de 2018, por exemplo, Acre, Bahia e Tocantins não tinham mulheres na disputa pelo Senado.

Regra dos 30%

Mesmo com apenas 22% de candidaturas femininas ao Senado este ano, o percentual está de acordo com a cota de gênero prevista na legislação eleitoral. Cada partido ou federação deve preencher o mínimo de 30% e o máximo de 70% das candidaturas com pessoas de cada gênero. Entretanto, isso vale apenas para eleições para deputados federais, estaduais e distritais (eleições proporcionais). Para o Senado (eleição majoritária), a regra não se aplica.

As campanhas femininas, no entanto, seguem regras específicas de financiamento eleitoral. A Constituição Federal determina que os partidos devem destinar, no mínimo, 30% dos recursos de campanha e do tempo de rádio e TV às mulheres. Além disso, se a proporção de candidatas for superior a 30%, a distribuição do dinheiro e do tempo de rádio e TV deve acompanhar esse percentual.

Reeleição

Atualmente a bancada feminina é composta por 15 senadoras. Entre as candidatas deste ano, quatro senadoras eleitas em 2018 buscam permanecer na Casa por mais oito anos: Leila Barros (PDT-DF), Eliziane Gama (PSD-MA), Soraya Thronicke (PSB-MS) e Zenaide Maia (PSD-RN).

Também está na disputa Margareth Buzetti, de Mato Grosso. Suplente na chapa eleita em 2018, ela assumiu o mandato no decorrer da atual legislatura e agora disputa o cargo como titular. 

De volta ao Senado

Entre as candidatas também estão mulheres que já exerceram mandato em legislaturas anteriores e tentam retornar ao Senado. Entre elas estão Rose de Freitas (MDB-ES), Roseana Sarney (MDB-MA), Gleisi Hoffmann (PT-PR), Benedita da Silva (PT-RJ), Marina Silva (Rede-SP) e Simone Tebet (PSB-SP).

Rose de Freitas e Simone Tebet exerceram mandatos entre 2015 e 2023. Gleisi Hoffmann representou o Paraná no Senado entre 2011 e 2019.

Roseana Sarney foi senadora pelo Maranhão entre 2003 e 2011, período em que deixou o mandato para assumir o governo estadual. Benedita da Silva representou o Rio de Janeiro no Senado na década de 1990. Marina Silva exerceu dois mandatos consecutivos pelo Acre, de 1995 a 2011. Neste ano, no entanto, disputa uma das vagas por São Paulo.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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