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Reabertura da Feira de Pequenos Produtores Rurais anima consumidores de Chapada

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Da Redação.

A Prefeitura Municipal de Chapada dos Guimarães, na busca de tentar driblar a crise, fomentar a economia e proteger a saúde dos nossos munícipes, neste momento de pandemia, autorizou a abertura da Feira dos Pequenos Produtores de Chapada dos Guimarães, que é realizada em parceria com a Associação de Produtores e Feirantes de Chapada dos Guimarães – ASPROFECH.

As regras que foram determinadas pela Vigilância Sanitária Municipal, com base nos apontamento da OMS – Organização Mundial de Saúde e Ministério da Saúde.

A feira foi fechada, com apenas uma entrada e saída, para facilitar o controle do uso de máscaras e limitar o número de pessoas que circulam dentro dela. 

Equipes de segurança ficam na entrada com um frasco de álcool 70%, passando nas mãos de todos clientes que entram, e controla o uso de máscaras, é proibido entrar sem máscaras.

Já nas barracas, os produtores realizaram ajustes para a comercialização de seus produtos, todos devem estar já pré-embalados, para agilizar no atendimento e evitar a aglomeração nas barracas.

A medida agradou tanto os agricultores, que precisam comercializar seus produtos, consequentemente gerando renda, quantos aos consumidores que agora é possível adquirir alimentos frescos de excelente qualidade.

 

Foto: Prefeitura Chapada dos Guimarães.

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Durigan defende que Brasil deve ampliar comércio exterior

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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu nesta segunda-feira (17) a estratégia de abertura do comércio de produtos brasileiros para outros países. 

Segundo ele, outros governos e investidores olham para o Brasil com confiança. “Em um mundo de incertezas, temos de construir o Brasil como um porto seguro, temos de projetar segurança e previsibilidade”, disse ao participar de evento na capital paulista.

Para Durigan, essa abertura deve ser baseada em negociações e não de dependência de um parceiro exclusivo, na Ásia ou na América do Norte, por exemplo.

“[O Brasil] vai fazer o debate sabendo de suas fraquezas e fortalezas”, apontou.

A fala do ministro ocorre no momento de tensão entre Brasil e Estados Unidos. Na semana passada, o governo federal anunciou a abertura formal do processo para avaliar se a imposição unilateral de tarifas por parte dos Estados Unidos (EUA) contra exportações brasileiras será respondida com base na Lei da Reciprocidade Econômica

Aprovada no ano passado, justamente em reação ao primeiro tarifaço do governo de Donald Trump, a Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil.

Medidas fiscais

Durigan também argumentou sobre a adoção de medidas, como bloqueio de orçamento e limite de gastos obrigatórios, para que o país mantenha a estabilidade fiscal. 

“Precisamos manter uma trajetória fiscal, sem desestabilizar”, disse.

Sobre a reforma tributária, o ministro reconhece que pode amedrontar, por impor muitas mudanças. Porém, Durigan acredita que 2027 será um importante ano para a transição, e que, ao final, resultará em um sistema melhor, a médio e longo prazo, para o país. 

A questão dos juros também foi abordada. Durigan afirmou que não há condições de discutir crédito no país sem “juros civilizados”, por, conforme o ministro, serem a “milha final” dos ajustes de médio prazo necessários para o desenvolvimento do país.



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