Economia
Coronavírus ameaça economia de Mato Grosso que perde cerca de R$ 2 bi em menos de 30 dias de quarentena
Economia
Da Redação
Com o Decreto de fechamento do comércio, como medida de enfrentamento a pandemia da pandemia do coronavírus, o estado de Mato Grosso deixou de arrecadar cerca de R$ 2 bilhões menos de 30 dias de quarentena.
De acordo com o site www.impostometro.com.br, no ano de 2019, no período de 01 de janeiro até 20 de abril a arrecadação de impostos de Mato Grosso ultrapassava da casa dos R$ 11 bilhões.

Foto: impostometro
No mesmo período deste ano, 01 de janeiro de 2020 até 20 de abril de 2020, a arrecadação de impostos do estado ficou casa dos R$ 9 bilhões, um diferença de R$ 2 bilhões em menos de 30 dias.
O secretário de fazendo do estado, Rogério Galo já descartou escalonar ou atrasar os salários dos servidores no mês de abril, que tem na programado para ser efetuado no próximo dia 08 de maio.
“Secretário revelou a estimativa na queda da arrecadação de 20% a 40%”.
Com o cenário econômico desfavorável, o secretário não descartou o escalonamento e outras medidas de contenção nos próximos meses.
“O caixa do estado não tem prioridade, o esforço será de todos, no coletivo”.
O governador do estado, Mauro Mendes defende a reabertura do comercio, desde que respeitem as medidas de segurança.
“Estamos vivendo um momento delicado, temos que cuidar das pessoas, proteger a vida, por outro lado também temos que cuidar da economia, a falta de emprego pode gerar consequências drásticas”, ressaltou Mauro Mendes.
Na última semana, vários comerciantes participaram de uma manifestação na capital, reivindicando uma alternativa de funcionamento do comercio, já que muitos empresários estão ficando sem condições de manter seus funcionários, o que vai arretar em demissões e até falência das empresas.
O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro que defende o isolamento social, deixando apenas os setores considerados essenciais funcionando, ficou de analisar as propostas dos comerciantes da capital e fazer uma pronunciamento via rede social, para apontar novas diretrizes.
Como os casos confirmados de coronavírus no estado de Mato Grosso ainda são considerados baixos em comparação com outras região, a flexibilidade na abertura do comercio já colocada como uma possibilidade para os próximos dias.
Por outro lado, especialistas da saúde temem a flexibilizar no comércio devido ao baixo número de casos confirmados, devido o resultado que ocorreu no em cidades internacionais que tomaram a mesma atitude.
Foto: Divulgação.
Economia
Dólar cai quase 1%, e Ibovespa recua após tombo eleitoral
O mercado financeiro apresentou movimentos de acomodação nesta terça-feira (27), após a forte reação da véspera à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O dólar fechou em queda próxima de 1% e ficou abaixo de R$ 5,35. A bolsa recuou cerca de 0,5%.

A sessão foi marcada pela correção cambial após a disparada da véspera e pela continuidade das perdas na bolsa, em meio às incertezas sobre a política econômica do próximo mandato, como a falta de definição do próximo ministro da Fazenda.
Principais números
- Dólar: R$ 5,349 (-1,07%);
- Mínima do dólar: R$ 5,316, por volta das 10h45;
- Dólar em 2026: queda acumulada de 2,55%;
- Ibovespa: 175.710,05 pontos (-0,51%);
- Petróleo tipo Brent: US$ 109,41 o barril (-1,20%).
Câmbio
O dólar à vista encerrou o pregão em baixa de 1,07%, a R$ 5,349, após subir mais de 8% na segunda-feira (26), quando a moeda estadunidense registrou sua maior alta diária desde janeiro de 1999.
A divisa recuou ao longo de toda a sessão e chegou à mínima de R$ 5,316 pela manhã. O movimento refletiu um ajuste de posições após a forte valorização anterior, provocada pela reação dos investidores ao resultado eleitoral. Em 2026, o dólar acumula queda de 2,55%.
Na véspera, o dólar havia avançado em meio à revisão de apostas que consideravam a vitória do senador Flávio Bolsonaro e às preocupações com a condução da política fiscal no novo mandato de Lula.
Nesta terça-feira, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, reafirmou que o governo pretende perseguir o centro da meta fiscal e que a proposta será discutida com o Congresso Nacional.
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, também afirmou que a instituição poderá atuar no mercado cambial caso identifique disfuncionalidades.
No cenário internacional, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar ante uma cesta de seis moedas, subia cerca de 0,35% no fim da tarde, movimento contrário ao observado no mercado brasileiro.
Ibovespa
O Ibovespa fechou em baixa de 0,51%, aos 175.710,05 pontos, prolongando o movimento negativo após o tombo de quase 14% registrado na segunda-feira (26).
A queda ocorreu mesmo com a recuperação do câmbio, em uma sessão marcada pela continuidade dos ajustes nas carteiras de investimentos e pela cautela diante das perspectivas econômicas para o próximo mandato presidencial.
Entre os fatores que pressionaram a bolsa esteve o recuo de 1,20% do petróleo Brent, referência internacional para a commodity, que encerrou a US$ 109,41 o barril. As ações da Petrobras, com maior peso no Ibovespa, caíram 2%.
Com o novo recuo, o Ibovespa permaneceu nos menores níveis desde agosto, enquanto investidores aguardam definições sobre a equipe econômica e os próximos passos da política fiscal do governo.
* Com informações da Reuters
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