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Feirantes seguem recomendações para funcionarem durante pandemia em Rondonópolis

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Da Redação

Feiras livres voltam a acontecer em Rondonópolis seguindo recomendações mais rigorosas do plano de contingência ao Covid-19. A decisão foi tomada em reunião do Comitê de Gestão de Crise de Rondonópolis.

Para o atendimento aos clientes será necessário que os feirantes mantenham espaços entre os boxs ou tendas de cinco metros de distância, tal como cada box poderá atender no máximo dois clientes por vez, respeitando a distância de 1,5 metro entre eles.

Todos os feirantes, sem exceção, trabalharão com máscara, luvas e disponibilizarão álcool 70 para colaboradores e clientes, além de sabonete líquido para higienização correta das mãos e superfícies. Outra norma é manter a higienização contínua dos boxs, tendas e bancas.

Deve haver redução do quadro de colaboradores dos feirantes em até 50%, lembrando que nas últimas feiras realizadas, a movimentação de público caiu 70%. Fica mantida a decisão da praça de alimentação funcionar apenas com vendas de alimentos para retirada, não sendo permitido o consumo no local, sem dispor mesas, cadeiras e bancos.

Ficou estabelecido um cronograma de funcionamento das feiras de Rondonópolis, sendo na segunda-feira Alfredo de Castro (15h às 22h), Pedra Noventa (15h às 22h) e Jardim Pindorama (15h às 22h). Terça-feira é a vez do Bairro São Francisco (14h às 22h30) e Monte Líbano (14h às 22h30).

Na quarta-feira têm feira na José Barriga (5h às 11h), Parque São Jorge (14h às 23h) e Participação (14h às 22h). Quinta-feira é no Conjunto São José (14h às 22h). E, na sexta-feira na Vila Aurora (6 às 23h).

No sábado tem quatro opções, sendo Parque Universitário (14h às 23h), Jardim Atlântico (14h às 23h), Jardim Brasília (14h às 23h) e Vila Operária (16h). Encerrando no último dia da semana, o domingo com a feira da Vila Operária (4h às 13h).

O decreto deverá ser publicado na sexta-feira (17) quando passa a valer a publicação liberando as atividades.

Foto: Kawê Pires/Prefeitura Rondonópolis.

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Durigan defende que Brasil deve ampliar comércio exterior

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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu nesta segunda-feira (17) a estratégia de abertura do comércio de produtos brasileiros para outros países. 

Segundo ele, outros governos e investidores olham para o Brasil com confiança. “Em um mundo de incertezas, temos de construir o Brasil como um porto seguro, temos de projetar segurança e previsibilidade”, disse ao participar de evento na capital paulista.

Para Durigan, essa abertura deve ser baseada em negociações e não de dependência de um parceiro exclusivo, na Ásia ou na América do Norte, por exemplo.

“[O Brasil] vai fazer o debate sabendo de suas fraquezas e fortalezas”, apontou.

A fala do ministro ocorre no momento de tensão entre Brasil e Estados Unidos. Na semana passada, o governo federal anunciou a abertura formal do processo para avaliar se a imposição unilateral de tarifas por parte dos Estados Unidos (EUA) contra exportações brasileiras será respondida com base na Lei da Reciprocidade Econômica

Aprovada no ano passado, justamente em reação ao primeiro tarifaço do governo de Donald Trump, a Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil.

Medidas fiscais

Durigan também argumentou sobre a adoção de medidas, como bloqueio de orçamento e limite de gastos obrigatórios, para que o país mantenha a estabilidade fiscal. 

“Precisamos manter uma trajetória fiscal, sem desestabilizar”, disse.

Sobre a reforma tributária, o ministro reconhece que pode amedrontar, por impor muitas mudanças. Porém, Durigan acredita que 2027 será um importante ano para a transição, e que, ao final, resultará em um sistema melhor, a médio e longo prazo, para o país. 

A questão dos juros também foi abordada. Durigan afirmou que não há condições de discutir crédito no país sem “juros civilizados”, por, conforme o ministro, serem a “milha final” dos ajustes de médio prazo necessários para o desenvolvimento do país.



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